sábado, 13 de outubro de 2012

Indulgência Plenária, por ocasião do Ano da Fé, é concedida pelo Santo Padre




Cidade do Vaticano, sexta-feira, 05 de outubro de 2012 (Gaudium Press) - Sua Santidade o Papa Bento XVI concedeu o dom da Indulgência Plenária aos fiéis por ocasião do Ano da Fé, sempre de acordo com normas estabelecidas pela Penitenciaria Apostólica.


As disposições estabelecidas para se obter as Indulgências Plenárias são válidas a partir de 11 de outubro de 2012 e vão até 24 de novembro de 2013.

Poderão obtê-la, todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, que tenham expiado os próprios pecados com a penitência sacramental e elevado orações segundo as intenções do Sumo Pontífice:

- toda vez que participarem de pelo menos três momentos de pregações durante as Santas Missões, ou de pelo menos três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre os Artigos do Catecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou local idôneo;

- toda vez que visitarem em forma de peregrinação uma Basílica Papal, uma catacumba cristã, uma Igreja Catedral, um local sagrado designado pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé, e ali participarem de alguma função sagrada ou se detiverem para um tempo de recolhimento, concluindo com a oração do Pai-Nosso, o Credo, as invocações a Nossa Senhora e, de acordo com o caso, aos Santos Apóstolos ou Padroeiros;

- toda vez que, nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé, em algum local sagrado participarem de uma solene celebração eucarística ou da Liturgia das Horas, acrescentando a Profissão de Fé em qualquer forma legítima;

- um dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, para a visita do batistério ou de outro lugar no qual receberam o sacramento do Batismo, se renovarem as promessas batismais em qualquer fórmula legítima.

Aos idosos, doentes e a todos os que por motivos legítimos não puderem sair de casa, concede-se de igual modo a Indulgência plenária nas condições de costume se, unidos com o espírito e com o pensamento aos fiéis presentes, especialmente nos momentos em que as palavras do Pontífice ou dos Bispos Diocesanos forem transmitidas pela televisão ou pelo rádio, recitarem na própria casa ou onde estiverem o Pai-Nosso, o Credo e outras orações conformes às finalidades do Ano da Fé, oferecendo seus sofrimentos ou as dificuldades da própria vida. (AA/JS)



quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O ANO DA FÉ E O CATECISMO


O ALERTA DO SANTO PADRE O PAPA BENTO XVI:

“Em muitas partes da Terra, a Fé corre o perigo de se apagar como uma chama que não encontra mais alimento.”

Papa Bento XVI - 27 de Janeiro de 2012

“Estudai o catecismo! Esse é o meu desejo, de coração.”
 Bento XVI.
 “ Nos tempos atuais é urgente um conhecimento adequado da fé, como está bem sintetizada no Catecismo da Igreja Católica com o seu Compêndio.”           
Do Prefácio do Catecismo para Jovens, do Papa Bento XVI:
Por isso, peço-vos: estudai o catecismo com paixão e perseverança! Sacrificai o vosso tempo para isso! Estudai-o no silêncio do vosso quarto, leia-o em duplas, se sois amigos, formais grupos e redes de estudo, trocai ideias pela Internet. Permanecei, de todos os modos, em diálogo sobre a vossa fé!
Os sacerdotes poderão dedicar maior atenção ao estudo dos Documentos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, tirando daí fruto para a pastoral paroquial.
Os catequistas poderão haurir sobremaneira da riqueza doutrinal do Catecismo da Igreja Católica e guiar, sob a responsabilidade dos respectivos párocos, grupos de fiéis à leitura e ao aprofundamento deste precioso instrumento.
Deseja-se que nas paróquias haja um empenho renovado na difusão e na distribuição do Catecismo da Igreja Católica
“... o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica. “
“Repassando as páginas (do CIC), descobre-se que o que ali se apresenta não é uma teoria, mas o encontro com uma Pessoa que vive na Igreja.”
“Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé” Carta Apostólica PORTA FIDEI  DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI com a qual se proclama 2012 o Ano da Fé.

O CIC é fruto de uma vastíssima colaboração... porque o concurso de tantas vozes exprime verdadeiramente aquela a que se pode chamar a “sinfonia” da Fé. “Fidei Depositum” – J. P. II
(O CIC) ... é também oferecido a todos os fiéis que desejam aprofundar o conhecimento das riquezas inexauríveis da salvação. C. A. “Fidei Depositum” – J. P. II

“A atividade catequética poderá experimentar um impulso novo e amplo junto ao povo de Deus, se souber utilizar e avaliar adequadamente este Catecismo pós-conciliar. (Carta Apostólica “Laetamur Magnopere” do Papa João Paulo II)
“...como texto de referência, seguro e autêntico, para o ensino da Doutrina Católica”.  (Sobre a edição típica latina do CIC) CNBB

“OLHAI COMO VESTE A MÃE DO SENHOR!”



   Um belo e tradicional Hino à Nossa Senhora tem o título acima em um de seus versos. E nada é mais adequado para servir de parâmetro e norma sobre os usos e costumes no vestir em todos os tempos e lugares, e de modo especial, na Igreja.
   Maria Santíssima deve ser o modelo em tudo para os católicos e, sobretudo, às católicas que amam a Santa Igreja e não desejam vê-la afrontada com as “modas que ofendem a Nosso Senhor” conforme revelara Nossa Senhora a Jacinta em uma das suas aparições, em Fátima.
   Em nome de uma certa modernização, conforto e, pasmem, até mesmo em nome da higiene e da saúde, querem alguns, de consciência extremamente larga, afirmar que é preciso, sobretudo no verão, usar roupas leves e frescas (e, por leves e frescas entendam-se as roupas, curtas, decotadas, transparentes ou que marquem a silhueta).
   É de se lamentar ainda a atitude das mães que vestem (ou melhor, despem) suas filhas desde a mais tenra idade como os ídolos da TV. Destas crianças não se pode jamais esperar na idade adulta a decência no vestir. Mais triste ainda é se constatar que, na maioria dos casos, o exterior refletirá fielmente o interior.
   Se hoje a Igreja não mais põe avisos ou discretos guardas às portas dos templos para impedir a entrada dos que se vestem de modo inconveniente não é por que deixou de ser um escândalo, mas, sim, porque a Igreja é Mãe e acolhe a todos. Mas, mesmo sendo Mãe, a Igreja não deixa de ser Mestra e procura ensinar a seus filhos e filhas usando o diálogo do amor.
   Enquanto a igreja-edifício é a Casa de Deus, por outro lado nosso corpo é também templo em que habita o Espírito Santo. Ambos são, portanto, dignos de todo respeito.
   Desde o Paraíso nossos primeiros pais foram impelidos ao uso de algo que lhes cobrissem e, embora cobertos na cintura, se julgaram ainda nus, tiveram vergonha e se esconderam de Deus (Gen. 3, 7).
   Nosso Senhor Jesus Cristo adverte-nos no Evangelho de São Mateus: “... ai daquele por quem vem o escândalo!”
   Vivendo uma era de hedonismo, materialismo e de um culto exacerbado ao corpo, o homem do nosso tempo, somente a muito custo não perderá os sagrados ditames da sua consciência cristã que o fará distinguir o Bem do Mal.
   Não são os usos, os costumes e as modas que ditam os limites entre o que é moralmente aceito e aquilo que é imoral, mas, exatamente o contrário. Não é porque a moda se tornou de uso corrente que se trata de algo bom e que deve ou pode ser aceito por todos. A nos orientar seguramente estão os Mandamentos da Lei de Deus, a Sagrada Tradição, o Magistério da Igreja e a Sagrada Escritura.
   Que nossa Mãe Santíssima seja o modelo para todas as mulheres que amam verdadeiramente a Jesus.
   Àqueles e àquelas que nos pedissem um modelo prático poderíamos responder:
Olhai como veste a Mãe do Senhor!
                                                                                                        Uilsedir P.Campos
  

A MÃE DE TODAS AS GRAÇAS


Deus ajuntou todas as águas e deu nome de mar, e ajuntou todas as graças e deu nome de Maria.
 (São Luiz de Montfort)

Cristo,minha vida


"Quando me efereci na cruz, eu não era somente Jesus, o filho de Deus e de Maria, fazendo reparação; eu era a humanidade e era tu fazendo reparação. (...)
Compreendes agora tua dignidade. Participei de tua natureza humana e participas agora de minha natureza divina. És homem e Deus habita em ti. És mortal e tens vida eterna."(...)
(Excertos do livro "CRISTO MINHA VIDA" de Clarence J. Enzler)