quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Santo Ezequiel Moreno

"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ". (Fratres in Unum)

Esta é a paz da Igreja.


"E sim, peçamos a paz, tal como é compreendida e desejada pelos filhos de Deus; uma paz digna deste nome, que a Sagrada Escritura de modo algum separa da Verdade, da Justiça e da Graça; esta é a paz da Igreja: o tranquilo cumprimento da lei cristã, o pacífico desenvolvimento das obras da Fé e Caridade, a afirmação pública da verdade e dos preceitos do Evangelho, a conformidade das leis e instituições humanas com a doutrina e o ensinamento moral de Jesus Cristo, a contínua resistência ao Príncipe das Trevas e a todos aqueles que propagam as suas perversas máximas" - Dom Giuseppe Melchiorre Sarto, então bispo de Mântua -- futuro São Pio X, alocução de 3 de setembro de 1889.
13 AGOSTO, 2017

Foto da semana.

IBP Aparecida
Aparecida, 29 de julho de 2017: Dom Fernando Guimarães, Arcebispo do Ordinariato Militar do Brasil, celebra Missa Pontifical na Basílica Velha, por ocasião da peregrinação do Instituto do Bom Pastor a Aparecida.
No dia seguinte, domingo, o arcebispo concelebrou, no rito de Paulo VI, na Basílica Nova, com Dom Fernando Rifan, bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Para surpresa de muitos, em Missa imediatamente anterior, na mesmíssima Basílica do Santuário Nacional, o atual arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, fez comentários acerca do que chamou de “tradicionalismo”, palavras que foram interpretadas como uma indireta indelicada aos bispos e aos fiéis ligados à Missa Tradicional que naquele final de semana acorriam ao santuário.
Créditos da imagem: Almeida Rocha /@salvemariasm

Foto da semana.

Campos, 19 de agosto de 2017: O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello, celebra Missa Pontifical no Rito de São Pio V por ocasião do 15º aniversário de ereção da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Acompanharam a celebração, além de Dom Fernando Rifan, o Cardeal Dom Orani e outros bispos do estado do Rio de Janeiro. (Fratres in Unum)

O QUE ENCHE OS BANCOS DAS IGREJAS?

O que enche os bancos das igrejas?
Jesus! Jesus pregado com plena fidelidade ao Evangelho e à perene proclamação de fé da Igreja!
O que enche os bancos das igrejas?
Bispos, padres e leigos santos, religiosos que sejam religiosos, que tenham religião!

O que enche os bancos das igrejas?
Cristãos que acreditem no que creem, deixem de falar mundanamente, desistam de namorar com o mundo, deixem de criticar a própria Igreja e cuidam de amar Jesus e, com humildade, santidade e coerência, preguem o Evangelho com todas as suas exigências!
O que enche os bancos das igrejas?
Mas, espere um momento! E encher banco de igreja deveria mesmo ser a nossa preocupação?
Que encher banco de igreja que nada!
Nossa preocupação deve ser a fidelidade ao Senhor, à fé apostólica, às exigências do Evangelho. O resto é secundário, é acréscimo, é consequência! O Senhor não nos mandou encher bancos de igrejas, mas anunciar a Boa nova da Sua Salvação com convicção de testemunhas, alegria de crentes e fervor de enamorados.
Só. Só isto!

                                                 Dom Henrique Soares