segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Home > Igreja > 2013-09-30 19:56:42
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Mais dois sacerdotes assassinados na Colômbia



Bogotá (RV) – Os sacerdotes colombianos Pe. Héctor Fabio Cabrera e Pe. Bernardo Echeverri, da Paróquia de San Sebastián, município de Roldanillo, Departamento de Valle del Cauca, Arquidiocese de Cali, foram assassinados em sua residência. Segundo fontes locais da Agência Fides, o crime teria ocorrido por volta da meia noite ou na madrugada de 28 de setembro, quando alguns moradores da área viram dois homens abandonando a paróquia em uma motocicleta. A polícia encontrou os cadáveres do pároco e de seu colaborador em seus quartos, com ferimentos à faca. O Arcebispo de Cali, Dom Dario Monsalve Jesus, manifestou preocupação e pediu às autoridades uma investigação completa para esclarecer o duplo homicídio.

"Estamos absolutamente chocados, porque este não é apenas um crime que viola todas as considerações humanas e toda a lei divina, mas é um grave sacrilégio e um golpe na alma do cristão e do povo católico", declarou Dom Monsalve ao jornal El Colombiano.

As investigações revelam que após a conclusão da última missa na Igreja de San Sebasteán, os atacantes esconderam-se no templo e em seguida, dirigiram-se para a casa paroquial para roubar as ofertas.

O funeral foi realizado nesta segunda-feira, às 10 horas, na Paróquia de San Sebastian de Roldanillo, com as cerimônias fúnebres sendo presididas pelo Bispo de Cartago, Dom José Alejandro Arbelaez Brown.

Padre Luis Bernardo Echeverri Chavarriaga nasceu em Medellín em 5/9/1944. Foi ordenado sacerdote pelo primeiro Bispo de Cartago, Dom José Gabriel Calderon em 1º de março de 1969. Entre 1981 e 1983 estudou Direito Canônico na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

O Padre Hector Fabio Morales Cabrera nasceu em Zarzal, em 9/11/1986. Estudou no Seminário Diocesano Nossa Senhora da Anunciação, de Cartago. Foi ordenado sacerdote em 19 de março de 2012, pelo Bispo Joseph Alexander Brown, atual Bispo de Cartago. Ele havia sido escolhido para realizar estudos na Espanha. (JE)

Home > Igreja > 2013-09-29 12:54:55
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CIC: "Catequese deve renovar sua forma para ser mais fácil"



Cidade do Vaticano (RV) – O Congresso Internacional de Catequese (CIC), se encerrou neste sábado em Roma com uma palestra do Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o Arcebispo Octavio Ruiz Arenas.

Na conclusão, lida por Dom Arenas, “a catequese deve hoje procurar renovar a forma de transmitir a fé com novas abordagens de ensino, reformulando as palavras para facilitar a compreensão dos catequizados”.

“Ao embarcar no caminho da Nova Evangelização, a catequese não pode permanecer com as mesmas características do passado”, disse, apontando o mundo digital e as redes sociais como instrumentos que a Igreja deve utilizar para fazer ouvir a mensagem do Evangelho no mundo contemporâneo.

“Ser catequista é uma vocação e não um trabalho; o mundo de hoje exige dos catequistas grande criatividade, simplicidade de vida, espírito de oração, obediência e humildade, renúncia de si mesmo, muita generosidade e autêntica caridade para todos, em particular com os pobres”, concluiu o arcebispo colombiano.

O Congresso apontou ainda que “a catequese deve estar profundamente unida à liturgia que a Igreja é o primeiro sujeito de evangelização e que a transmissão de fé deve ser feita com palavras de vida e não com linguagem de simples refrão de sobrevivência”.

Após a leitura das conclusões, Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, sem anunciar local e data do próximo encontro, referiu que “estes congressos não terminam e que temas e ideias estão surgindo para dar continuidade ao trabalho”.

Neste domingo, os 1.600 participantes do Congresso participaram da missa presidida por Papa Francisco que encerrou oficialmente o evento, enquadrado nas comemorações do Ano da Fé.
(CM-Ecclesia)


Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/09/29/cic:_catequese_deve_renovar_sua_forma_para_ser_mais_f%C3%A1cil/bra-732819
do site da Rádio Vaticano

Liturgia: Procissões





Procissões são rogos solenes que os fiéis dirigem a Deus, conduzidos pelo clero, indo todos com ordem de um lugar a outro, a fim de aviventar a fé, reconhecer os benefícios de Deus, dar-lhe graças ou pedir auxílio dos Céus.



As procissões já se usavam no Antigo Testamento. Ao regressarem do cativeiro da Babilônia, os judeus fizeram uma procissão em ação de graças, ao redor das muralhas de Jerusalém (IIEdras, XII, 21-29). Obedecendo a ordem de Deus, o povo Hebreu conquistou a cidade de Jericó depois de ter dado sete volta nas fortificações, levando nesta procissão a Arca da Aliança (Josué VI, 4). A entrada triunfal de Nosso Senhor em Jerusalém, poucos dias antes do grande drama da Paixão, é outro cortejo festivo muito parecido com uma procissão.



Logo, não desacerta quem liga as procissões à tradição Apostólica. Contudo, só se tronaram exeqüíveis depois de findar a era das perseguições. Desde o século IV, vemos que se realizam, numerosas por muitíssimos motivos: para transportar o corpo de algum mártir de algum cemitério ou da Igreja para outro lugar; para colocar a primeira pedra de um templo; para remover algum flagelo; para pedir a proteção de Deus para os frutos da terra (Ladainha de São Marcos e das rogações). Igualmente, uma espécie de procissão antecedia, não raro, a celebração solene dos Santos Mistérios. O povo ajuntava-se onde tinha de esperar pelo bispo e dali prosseguia processionalmente com ele até a igreja chamada de estação, previamente designada para rezar a missa.



Podemos distinguir atualmente duas espécies de procissões: ordinárias e extraordinárias. - a) Procissões ordinárias são aquelas que se realizam todos os anos na mesma época, como a da Candelária, do Domingo de Ramos, dos Passos, da Ressurreição e de Corpus Christi. Nesta classe também entram as procissões locais, próprias de uma nação, de uma diocese, de uma terra, estabelecidas pelo costume, por circunstâncias particulares, como as que fazem as crianças na ocasião da primeira comunhão, as irmandades, as paróquias na festa do padroeiro, etc.



As procissões extraordinárias não têm este caráter permanente. São transitórias. De emergência. Motiva-as um caso passageiro. Será para pedir o fim da estiagem ou a cessação das chuvas, ou de alguma calamidade pública: fome, peste, guerra. Será para agradecer a Deus um acontecimento auspicioso, para honrar as relíquias de um santo, levando-as em procissão, etc.



Com as procissões devemos relacionar as romarias ou peregrinações. As mais afamadas são: - 1. Lugares Santos, da Palestina; - 2. Na Itália, os túmulos dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, a Casa de Loreto; - 3. Em Portugal, Nossa Senhora de Fátima; - 4. Na França, a gruta de Messabielle em Lourdes. - 5. Na Espanha, São Tiago de Compostela, Nossa Senhora do Pilar, em Saragoça; - 6. No Brasil, o Bom Jesus do Congonhas do Campo em Minas, Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo.



Fonte: Doutrina Católica - Manual de instrução religiosa para uso dos Ginásios, Colégios e Catequistas voluntários - Curso Superior - Terceira parte - Meios de Santificação - Liturgia - Livraria Francisco Alves - Editora Paulo de Azevedo Ltda - São Paulo; Rio de Janeiro; e Belo Horizonte - 1927

Deus

Deus
(Casimiro de Abreu)
Eu me lembro! Eu me lembro! — Era pequeno 
E brincava na praia; o mar bramia, 
E, erguendo o dorso altivo, sacudia, 
A branca espuma para o céu sereno. 
E eu disse a minha mãe nesse momento: 
“Que dura orquestra! Que furor insano! 
Que pode haver de maior do que o oceano 
Ou que seja mais forte do que o vento?” 
Minha mãe a sorrir, olhou pros céus 
E respondeu: — Um ser que nós não vemos, 
É maior do que o mar que nós tememos, 
Mais forte que o tufão, meu filho, é Deus.

DOCE CORAÇÃO DE MARIA

"DOCE CORAÇÃO DE MARIA..."


SEDE MINHA SALVAÇÃO

Sempre me encheu de suave emoção e terna piedade esta popularíssima invocação, que tão repetidamente ouvimos ressoar tanto nas catedrais, como nas modestas capelinhas das estradas: "Doce Coração de Maria, sede a nossa Salvação!"

Nesta vida tão fugaz, tão cheia de ilusões e desenganos, de amarguras e revezes, de flores de alegrias e venturas que, passando, deixam apenas duros espinhos; nesta vida tão triste, no exílio deste mundo - o coração de nossa Mãe do Céu é, ao mesmo tempo, nosso refúgio, nossa consolação e nossa alegria.

"Doce Coração de Maria, sede a nossa Salvação!"

Maria nos salvará. "O servo de Maria - disse São Bernardo - não pode perecer".

Invoquemos sempre a nossa Mãe do Céu. Não deixemos passar um dia de nossa vida sem um obséquio, uma prática de piedade, ainda que uma simples "Ave-Maria", em louvor à nossa Mãe do Céu. Tudo será, um dia, recompensado.

Um piedoso exemplo:

Uma tarde, Mgr. Dupanloup, o ilustre e santo bispo de Orléans, foi chamado para ministrar os últimos sacramentos a uma pobre tuberculosa. Ao vê-la martirizada de dores, num leito de miséria, confrangeu-se-lhe o coração, do qual brotaram estas confortadoras palavras: "Tenha coração, minha filha, coragem e confiança em Nossa Senhora! Ela não a abandonará!..."

Em resposta, disse-lhe, sorrindo, a moribunda, com uma expressão de doçura, calma e suave resignação: "Ah! meu prelado, estou conformada. Não tenho medo da morte. Há vinte e dois anos que recito o meu terço repetindo tantas vezes está súplica: SANTA MARIA, MÃE DE DEUS, ROGAI POR NÓS PECADORES, AGORA E NA HORA DE NOSSA MORTE! Como posso, pois, duvidar de que me não ajude agora a Santíssima Virgem? Hei de morrer com Maria e Ela me há de levar ao Céu."

Ó doce esperança! Seja-nos permitida a felicidade de assim nos acharmos em nossa hora extrema!
Doce Coração de Maria, sede a nossa salvação!

(O breviário da Confiança, por Mons. Ascânio Brandão)

domingo, 29 de setembro de 2013

A dignidade e sabedoria do idoso
29/09/2013


 dom_roberto_francisco_paz

Comemoramos nesta data o dia nacional do idoso, momento oportuno para expressar nossa gratidão para com este setor etário tão importante para a sociedade e para as nossas famílias. O Papa Francisco afirmava da necessidade de promovermos a cultura do encontro e da fraternidade intergeneracional face a cultura do descarte e da indiferença que não cuida, ampara ou valoriza o idoso. Trata-se de defender o envelhecimento com qualidade de vida o que supõe inserir o processo gerontológico numa linha ascensional de vida. Já São Paulo dizia a seu respeito que o homem físico definhava porém, o homem espiritual estava cada vez mais novo. É preciso derrubar mitos, o idoso não é um ser passivo ou inativo, pode contribuir em muito a mudar a sociedade que perdeu a noção dos limites e dos valores, acrescentando a questão do sentido e o sabor das coisas. O idoso pode advertir-nos com Santo Agostinho: "Corres muito, sim, mas fora dos trilhos". De fato nossa civilização padece da síndrome da vertigem, corremos, trabalhamos, sobrevivemos, mas tudo isto é vida? Ainda é interessante deixar claro que o idoso não encerrou seu processo de aprendizado vital, com uma inteligência cristalizada e cultural continua compreendendo as coisas na profundidade e verticalidade do eterno, tendo a capacidade de ir para as essências e a intuição da simplicidade fundamental de todas as questões. O idoso é um cidadão que nos ajuda a descobrir a memória viva das instituições, famílias e prédios, descortinando para nós o encanto da história desconhecida e da singularidade dos momentos que passam e passaram. Para a Igreja eles representam um capital humano precioso, que nos edifica e santifica encorajando-nos sempre a investir na fidelidade, lealdade e amor nos vínculos e no serviço a Deus. Como Ana e Simeão no Templo, eles são os profetas do sentido da vida e da esperança firme, apontando inequivocamente para a Luz do Mundo, Jesus Cristo o Senhor de todas as idades.
Deus seja louvado!

+Dom Roberto Francisco Ferreria Paz - Bispo Diocesano de Campos
Campos dos Goytacazes, 27 de Setembro de 2013.

FRANCISCO CELEBRA MISSA DO DIA DOS CATEQUISTAS

Atualizado: há 6 horas · Tiradas em Vaticano
Às 10h30, horário de Roma, o Papa Francisco entrou em procissão na Praça São Pedro para presidir, do adro da Basílica vaticana, a missa do Dia dos Catequistas, convocado no âmbito do Ano da Fé. A Praça São Pedro estava completamente lotada. Com o Pontífice, vestido com paramentos verdes, concelebraram a liturgia 600 sacerdotes.
Francisco começou a homilia com uma citação do Profeta Amós: “Ai dos que vivem comodamente em Sião e dos que vivem tranquilos, deitados em leitos de marfim, comem, bebem, cantam, divertem-se e não se preocupam com os problemas dos outros”.

“Estas duras palavras nos advertem para um perigo que todos corremos: o risco da comodidade, da mundanidade na vida e no coração, de ter como centro o nosso bem-estar”, lembrou o Papa.

Francisco repassou a experiência do rico do Evangelho, que vestia roupas de luxo e cada dia se banqueteava lautamente; o importante para ele era isto. E o pobre que jazia à sua porta e não tinha com que matar a fome não era com ele, não lhe dizia respeito.

“Se as coisas, o dinheiro, a mundanidade se tornam o centro da vida, apoderam-se de nós, dominam-nos e perdemos a nossa identidade de homens”.

Ele explicou que “isto acontece quando perdemos a memória de Deus. Se falta a memória de Deus, tudo se nivela pelo ‘eu’, pelo meu bem-estar. A vida, o mundo, os outros perdem consistência, não contam para nada, tudo se reduz a uma única dimensão: o ter. Se perdemos a memória de Deus, também nós mesmos perdemos consistência, também nós nos esvaziamos, perdemos o nosso rosto, como o rico do Evangelho! Quem corre atrás do nada, torna-se ele próprio nulidade – diz outro grande profeta, Jeremias. Somos feitos à imagem e semelhança de Deus, não das coisas, nem dos ídolos”.

Continuando, respondeu à questão: “Quem é o catequista?”.

“É aquele que guarda e alimenta a memória de Deus; guarda-a em si mesmo e sabe despertá-la nos outros. Como a Virgem Maria, não pensa nas honras, no prestígio, nas riquezas, não se fecha em si mesmo. O catequista é precisamente um cristão que põe a memória ao serviço do anúncio; não para se exibir, nem para falar de si, mas para falar de Deus, do seu amor, da sua fidelidade”.

Em seguida, Francisco mencionou a segunda leitura, em que São Paulo dá algumas indicações a Timóteo que podem caracterizar também o caminho do catequista: procurar a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão:

"O catequista é pessoa da memória de Deus quando tem uma relação constante, vital com Ele e com o próximo; se é pessoa de fé, que confia verdadeiramente em Deus e põe Nele a sua segurança; se é pessoa de caridade, de amor, que vê a todos como irmãos; se é pessoa de paciência e perseverança, que sabe enfrentar as dificuldades, as provas e os insucessos com serenidade e esperança no Senhor; se é pessoa gentil, capaz de compreensão e de misericórdia”, concluiu o Pontífice.

Antes de encerrar a celebração, Francisco cumprimentou todos e agradeceu a participação dos catequistas provenientes de todas as partes do mundo.

Dentre várias saudações, um pensamento especial foi dirigido a Sua Beatitude Youhanna X, Patriarca greco-ortodoxo de Antioqua e de todo o Oriente. Durante a celebração, o Papa trocou um abraço com o Patriarca, no momento do ‘gesto de paz’. Youhanna é irmão de um dos bispos ortodoxos sequestrados na Síria há cinco meses.

“Sua presença é um convite para rezarmos mais uma vez pela paz na Síria e no Oriente Médio”, disse às quase cem mil pessoas presentes na Praça.

Com elas, o Papa rezou a oração do Angelus e concedeu a todos a sua benção apostólica.
(CM)

Bispo Dom Roberto Francisco Ferrería Paz
O atual bispo de Campos (RJ), Dom Roberto, nasceu em Montevidéu (Uruguai), em 05 de junho de 1953. Há muitos anos é cidadão brasileiro. Concluiu os estudos de filosofia no Seminário Maior de Porto Alegre – RS e os de Teologia (1º), no Instituto de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre - RS e, depois, no Instituto Teológico da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro, RJ. Fez uma especialização em História, na Universidade de Montevidéu, Uruguai e Mestrado em Direito Canônico no Instituto Superior de Direito Canônico do Rio de Janeiro. Além disso, fez especializações em Notariado Eclesiástico, Direito Matrimonial Católico, aperfeiçoamento para juízes e funcionários de Tribunais Eclesiásticos, Bioética, Ética em Pesquisa, Espiritualidade, Bioética e Tradições Religiosas.
Sua Ordenação Sacerdotal aconteceu a 16 de dezembro de 1989, e incardinado na Arquidiocese de Porto Alegre – RS.
Nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Niterói com a sede titular de Accia, em 19 de dezembro de 2007, foi Ordenado Bispo na Catedral Metropolitana de Porto Alegre, no dia 22 de fevereiro de 2008, por Dom Frei Alano Maria Pena O.P. e apresentado na Arquidiocese de Niterói no dia 03 de março de 2008.
Antes de ser ordenado bispo, Dom Roberto exerceu as seguintes atividades: Vigário Paroquial da Paróquia São Luís Gonzaga, em Porto Alegre – RS (1990-1991); Professor de Direito Canônico na Pontifícia Universidade Católica e no Seminário Maior de Viamão (1990-1996); Juiz do Tribunal Eclesiástico (1990-2006); pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Porto Alegre (1992-2007); Membro Conselheiro do Serviço Interconfessional de Aconselhamento (SICA); Diretor Espiritual Regional do “Encontro de Casais com Cristo-ECC”, no Rio Grande do Sul - RS e Santa Catarina – SC (1995 a 2007); Coordenador Pastoral do Vicariato da Cultura; Vigário Judicial do Tribunal Interdiocesano Regional de 2ª Instância (2006-2007); Responsável pelo Setor do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso; Presidente da Comissão Arquidiocesana para as Comunicações Sociais; Supervisor Teológico do Jornal “Novo Milênio” e Membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio dos Consultores da Arquidiocese de Porto Alegre; delegado arquidiocesano na Comissão Regional de Ecumenismo, coordenador de Pastoral da Área Petrópolis.
Foi ainda: Assistente eclesiástico da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa; Membro fundador do Movimento de Profissionais Católicos, da Associação de Juristas Católicos, do Grupo de Diálogo inter-religioso em Porto Alegre e membro da Associação Brasileira de Canonistas; Secretário do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Cardiologia, de Porto Alegre.
CURRÍCULO - Dom Roberto Francisco Ferreria Paz, filho de Roberto Angel Ferreria e Glória Paz de Ferreria, nasceu em 5/6/1953, em Montevidéu, Uruguai, foi ordenado Sacerdote em 16/12/1989 na Arquidiocese de sua incardinação, Porto Alegre-RS. Cidadão brasileiro por naturalização.
Eleito Bispo Auxiliar de Niterói e Titular de Accia, em 19/12/2007, recebeu a Ordenação Episcopal em 22/02/2008, tomando posse como Bispo Auxiliar de Niterói-RJ, em 08/03/2008.
Seu lema episcopal é: "In Libertatem Vocatis Estis" (Fostes chamados para a liberdade).
ESTUDOS
Graduado em Filosofia no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, em Viamão, Porto Alegre-RS; cursou Teologia primeiro no Instituto de Teologia e Ciências Religiosas da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre-RS, depois no Instituto Teológico da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Fez especialização em História, na Universidade de Montevidéu, Uruguai e de Direito Canônico, no Instituto Superior Arquidiocesano de Direito Canônico do Rio de Janeiro.
Além disso fez especialização em Notariado Eclesiástico, Direito Matrimonial Católico; aperfeiçoamento para juízes e funcionários de Tribunais Eclesiásticos, Bioética, Ética em Pesquisa, Espiritualidade, Bioética e Tradições Religiosas.
ATIVIDADES ANTES DO EPISCOPADO
Foi vigário da Paróquia São Luiz Gonzaga, em Porto Alegre-RS, nos anos 1990 e 1991; atuou como conselheiro do Serviço Interconfissional de Aconselhamento, (SICA); Juiz do Tribunal Eclesiástico, de 1990 a 2006; responsável pelo Setor do Ecumenismo e do Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre-RS, professor de Direito Canônico e de Direito Eclesiástico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e do Instituto Teológico São João Vianney (CETJOV), no Seminário de Viamão, de 1990 a 1996; pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Porto Alegre-RS, de 1992 a 2007; assistente espiritual regional do Encontro de Casais com Cristo (ECC), no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, de 1995 a 2007; Coordenador Pastoral do Vicariato da Cultura; membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio de Consultores da arquidiocese de Porto Alegre-RS; delegado arquidiocesano na Comissão Regional de Ecumenismo, coordenador de Pastoral da Área Petrópolis; secretário do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Cardiologia, de Porto Alegre-RS; porta-voz da Arquidiocese de Porto Alegre-RS; Supervisor Teológico do Jornal Novo Milênio; assistente eclesiástico da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa; Vigário Judicial do Tribunal Interdiocesano Regional de Segunda Instância, 2006 e 2007, além de presidente da Comissão Arquidiocesana para as Comunicações Sociais. Como padre, também participou de entidades e Organizações Não-Governamentais; membro fundador do Movimento de Profissionais Católicos, da Associação de Juristas Católicos, do Grupo de Diálogo inter-religioso em Porto Alegre e membro da Associação Brasileira de Canonistas.
ATIVIDADES DURANTE O EPISCOPADO
Bispo Auxiliar de Niterói-RJ (2008); Vigário Geral da Arquidiocese de Niterói-RJ (2008); Assessor da CAMPEP (Comissão Arquidiocesana de Niterói da Pastoral de Educação Política) (2008); Assessor de Pastoral da Educação; Responsável pelo Setor Cultura da CNBB, na Comissão Episcopal Comunicação, Cultura, Universidades e Ensino Religioso (2008); Professor de Direito Canônico Eclesiástico no Instituto Filosófico e Teológico do Seminário São José de Niterói (2008); Bispo Assessor das Novas Comunidades da Arquidiocese de Niterói (2008); Responsável pela Comissão Bilateral Nacional Diálogo Católico-Presbiteriano (IPU-Igreja Presbiteriana Unida) (2010).
OBRAS PUBLICADAS
1. Como encaminhar um processo de nulidade matrimonial ao Tribunal Eclesiástico”- (Ed. Pallotti - Porto Alegre-RS 1994);
2. Espiritualidade e Bioética” (Vários Autores) - Ed. EdiPUC-RS - 2006);
3. Diálogos sobre Ética e Cidadania” (Ed. AGE - 2008);
4. Curso de Liberdade Religiosa, Tolerância e Direitos Humanos” (Palestra publicada pela UFF - Niterói-RJ - 2009).
TÍTULOS RECEBIDOS
1. Cidadão de Porto Alegre” - Prefeitura Municipal de Porto Alegre-RS (07.12.2006);
2. Moção de Aplausos e Congratulações” - Câmara Municipal de Rio Bonito-RJ (06.03.2008);
3. Moção de Aplausos” - Câmara Municipal do Rio de Janeiro-RJ (18.07.2008);
4. Comenda Nossa Senhora de Nazareth” - Câmara Municipal de Saquarema-RJ (20.07.2009);
5. Diploma e a Medalha Legislativa Municipal do Mérito “José Cândido de Carvalho” - Câmara Municipal de Niterói-RJ (21.05.2010);
6. Moção de Congratulações e Louvor” - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro-ALERJ (14.12.2010);
7. Título de Cidadão Gonçalense” - Câmara Municipal de São Gonçalo-RJ (18.03.2011);
8. Moção de Aplausos e Congratulações” - Câmara Municipal de Niterói-RJ (12.04.2011);
9. Título de Cidadão Silva Jardinense” - Câmara Municipal de Silva Jardim-RJ (12.06.2011);
10. Título de cidadão Niteroiense” –Câmara Municipal de Niterói-RJ (21.06.2011).

BRAZÃO EPISCOPAL
Explicação do Brasão de Dom Roberto Francisco
FINALIDADE DO BRASÃO EPISCOPAL: É um emblema utilizado pela Igreja Católica, para expor as inspirações pastorais do futuro bispo bem como a espiritualidade que o anima.
O CHAPÉU PRELATÍCIO E OS BORDÕES: Representam a Igreja e a missão apostólica do Bispo como sucessor dos Apóstolos, em comunhão hierárquica colegial afetiva e efetiva com o Papa e o Episcopado. O múnus pastoral de apascentar e guiar os fiéis cristãos.
O QUARTEL ESQUERDO SUPERIOR COM A POMBA DA PAZ: O empenho e o contributo da Igreja à serviço da promoção da paz e da reconciliação entre as pessoas, povos e nações.
O QUARTEL DIREITO SUPERIOR COM O CAVALO: A liberdade e o espírito indomável do ser humano.

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