quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Para a Comunhão, prepara-te!

"Sim, tantos encantos tem a confissão e tantos perfumes exala para o Céu e a Terra, 
que tira e sara toda fealdade e podridão do pecado"
(São Francisco de Sales)


Preparação para Confissão

Alívios:


"Mesmo que os teus pecados sejam como escarlate, ficarão brancos como neve." (Isaías 1, 18) "Não vim
 chamar os justos, mas os pecadores." (Mateus 9, 13) "Os homens receberam de Deus um poder que não 
foi dado aos anjos nem aos arcanjos. Nunca foi dito aos espíritos celestes: ‘O que ligardes e desligardes 
na terra será ligado e desligado no céu’. Os príncipes deste mundo só podem ligar e desligar o corpo. 
O poder do sacerdote vai mais além; alcança a alma, e exerce-se não só em batizar, mas ainda mais em 
perdoar os pecados. Não coremos, pois, ao confessar as nossas faltas. Quem se envergonhar de revelar 
os seus pecados a um homem, e não os confessar, será envergonhado no Dia do Juízo na presença de todo
 o Universo." (S. João Crisóstomo, Tratado sobre os Sacerdotes, Liv. 3)

Sobre o Sacramento:
O sacramento da Penitência é também chamado de Confissão e foi instituído por Nosso Senhor para perdoar 
os pecados cometidos depois do Batismo. Cristo o instituiu no dia da sua Ressurreição quando, depois de 
entrar no Cenáculo, deu solenemente aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados: 

“Soprou sobre eles dizendo: ‘Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão 
perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”(João XX, 22-23)

A este Sacramento dá-se o nome de Penitência porque para obter o perdão dos pecados é 
necessário detestá-los com arrependimento e porque quem cometeu uma falta deve sujeitar-se à pena 
imposta pelo sacerdote. Chama-se também Confissão porque além de detestar os pecados é necessário
 confessá-los, isto é, acusar-se deles ao sacerdote.

Frutos da boa Confissão:

Perdoa-nos os pecados cometidos e dá-nos graças de Deus; 
Restitui-nos a paz e sossego de consciência; 
Reabre-nos as portas do Céu e comuta a pena eterna em temporal; 
Preserva-nos das recaídas e torna-nos capazes de ganhar indulgências. 

Como se Confessar:

Antes de tudo, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos 
cometeu, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. 
A Igreja ensina que somos obrigados a confessar-nos de todos os pecados mortais; mas é bom confessar 
também os veniais. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a 
sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e 
a avançar na direção do Céu.

Para obter o perdão de Deus é necessário:

Examinar a consciência;
Arrependimento sincero por ter ofendido a Deus;
Propósito de emenda;
Confissão dos pecados a um sacerdote;
Satisfação para cumprir a penitência dada. 

23 de agosto dia de São Filipe Benício, Confessor.

23/08 Quarta-feira
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos
 Filho de Giacomo Benizi e de Albaverde Frescobald nasceu no dia 15 de agosto de 1233.
 Estudou filosofia e medicina na Universidades de Paris e Padova, onde foi laureado em
 1253. Entrou em 1254 como irmão leigo na Ordem dos Servos de Maria do Convento de 
Monte Senario e fez seus votos religiosos. Foi ordenado presbítero em Siena no ano 
de 1258 e assumiu diversas responsabilidades na ordem e na direção do convento. Em 5 
de junho de 1267 foi eleito Prior Geral da Ordem dos Servitas, cujo estatuto reformou, 
transformando-a em ordem mendicante. Participou do Concílio Ecumênico de Lyon, em 
1274, na França. Era um conciliador, sua pregação talentosa e eficiente trouxe frutos 
benéficos para a Ordem e para a Igreja.Colaborou com Santa Juliana Falconeri na 
fundação da Ordem Terceira dos Servitas, para mulheres.                                                                                
  Em 1269, durante o longo conclave realizado em Viterbo para eleger o sucessor de 
Clemente IV, seu nome circulou entre os "papáveis", mas ele não aceitou tal fato e se 
refugiou. Gregório X (atualmente Beato Gregório X) acabou ficando com o trono de São 
Pedro.  
   Foi muito amigo do Papa Martinho IV, morrendo, inclusive, no mesmo ano deste. Morreu 
preso no Convento das Servas de Maria de Todi em  22 de agosto de 1285 na cidade de 
Todi, quando voltava para Roma. Foi sepultado em Florença. Segundo os registros da 
Ordem e a tradição, Filipe gozava da fama de santidade em vida.  . Foi canonizado pelo 
papa Clemente X em 1617. Suas relíquias estão sob a guarda da igreja Santa 
Maria das Graças, em Florença, sua cidade natal.
26 NOVEMBRO, 2012

Reforma da Reforma na Canção Nova.

Cachoeira Paulista, sábado, 24 de novembro de 2012 – “Procissão de entrada” dos sacerdotes concelebrantes em Missa do Padre Fábio de Melo no VI Acampamento Canção Nova Sertaneja. A esta aberração, restam apenas as duras palavras do livro do Profeta Malaquias (2, 3):
“A vós, ó sacerdotes, dou esta ordem: Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome – diz o Senhor dos exércitos -, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldições as vossas bênçãos; aliás, já o fiz, porque não tomastes a peito (as minhas ordens). Eis que vou abater vosso braço, espalhar-vos esterco no rosto – o esterco de vossas festas – e sereis lançados fora com ele” . (Fratres in Unum)
7 JULHO, 2014

Summorum Pontificum: 10 anos.


Ela ressurgirá,  eu te digo… a Missa ressurgirá, como respondo a muitos que vêm a mim para se lamentar (e eles o fazem, às vezes, chorando); e àquele que me pergunta como eu posso ter tanta certeza disso, eu respondo (como ‘poeta’, se prefere) trazendo-o à beira da janela e mostrando o Sol… Logo virá o entardecer e lá, na igreja de São Domingos, os frades cantarão nas Vésperas:  Iam sol recedit igneus; mas, em poucas horas, estes mesmos dominicanos, meus amigos, cantarão, na Prima: Iam lucis orto sidere – e assim todos os dias.
O Sol, quero dizer, levantar-se-á novamente, brilhará novamente depois da noite, para iluminar a terra desde o céu, por que… porque ele é o Sol, e Deus o estabeleceu para nossa vida e conforto. Então, acrescento eu, assim é e será com a Missa – a Missa que é “nossa”, católica, de sempre e de todos: nosso Sol espiritual, tão bela, tão santa e tão santificante — contra as desilusões dos morcegos, tirados de seu esconderijo pela Reforma [litúrgica], que acreditavam que a sua hora, a hora das trevas, não teria fim. E recordo: nesta minha grande janela nós fomos muitos, nos anos passados, assistindo um total eclipse solar. Eu me lembro, e eu quase posso sentir novamente, o sentimento de frieza, de tristeza, e quase de desilusão ao assistir, em sentir o ar escuro e gelado, pouco a pouco. Recordo o silêncio que se fez na cidade, durante a escuridão… enquanto os pássaros desapareciam, amedrontados, e os repugnantes morcegos apareciam, voando no céu.
Àquele que dizia, quando o Sol estava inteiramente coberto: — “E se não amanhecer nunca mais?” — um pensamento a quem ninguém respondia, quase como não entendendo o gracejo nisso… O Sol apareceu novamente, de fato, o Sol ressurgiu, depois de uma curta noite, tão belo como antes, e como se vê, mais do que antes, enquanto o ar é recheado novamente por pássaros e os morcegos voltam ao seus esconderijos.
Como antes, luminoso e belo, e ainda sendo o mesmo, o Sol parece mais maravilhoso do que era antes, como na […] lição do Evangelho sobre a moeda perdida e achada. Como era antes, e mais do que era antes: assim será com a missa, assim a missa aparecerá a nossos olhos, culpados por não tê-la estimado como merecia, antes do eclipse; nossos corações culpados por não tê-la amado o bastante.
(Tito Casini, La Tunica Stracciata – Nel fumo di Satana. Verso l’ultimo scontro)

Santo Ezequiel Moreno

"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ". (Fratres in Unum)