domingo, 17 de novembro de 2013

Ajude o Papa Francisco a ajudar as Filipinas!

Participe da campanha da Aleteia e envie sua doação diretamente ao Papa, para que ele possa fazer o maior bem possível ao povo filipino

14.11.2013






Depois do tufão Haiyan, que atingiu com violência extraordinária o território das Filipinas, em particular as ilhas Leyte e Samar, milhares de pessoas ficaram sem nada.

O Papa Francisco, por meio do Conselho Pontifício Cor Unum, decidiu enviar uma ajuda inicial de 150 mil dólares para as primeiras necessidades dos afetados. Mas, se arrecadarmos mais fundos, a ajuda poderá ser maior.

A quantidade coletada será distribuída por meio da Igreja local, nas regiões mais atingidas pela catástrofe, e utilizada para sustentar as obras de assistência dedicadas aos desabrigados e vítimas das inundações.

A Aleteia, por meio de uma campanha de comunicação nas redes sociais (que pode ser acompanhada pela hashtag #PapaXFilipinas), se une a esta intenção do Papa Francisco.

Faça a sua doação, pequena ou grande, e ajude o Papa a ajudar o povo filipino!

Para mais informações sobre como enviar uma doação, clique aqui.

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Papa: corrupto come “pão sujo”, peca gravemente e perde a dignidade

“Talvez hoje nos faça bem a todos rezar por tantas crianças que recebem dos seus pais ‘pão sujo’: também estes são esfomeados, são esfomeados de dignidade”

08.11.2013
©ALESSIA GIULIANI/CPP







O Papa Francisco explicou hoje que quem leva “pão sujo” para casa, no sentido de melhorar de vida com dinheiro sujo, fruto de corrupção, suborno ou gratificação ilícita, perde a dignidade e comete pecado grave.

Francisco refletiu sobre a passagem evangélica do administrador desonesto, em sua missa matutina na Casa Santa Marta.

Segundo o Papa, o administrador desonesto é um exemplo de mundanidade. A corrupção, o suborno, as gratificações ilícitas não podem ser aceitas, mesmo que muitas pessoas façam isso.

“É um pouco aquela atitude do caminho mais breve, mais cômodo para ganhar-se a vida”, disse Francisco.

“É um louvor às ‘luvas’ (no sentido de gratificação ilícita ou suborno). E o hábito das ‘luvas’ é um hábito mundano e fortemente pecador. É um hábito que não vem de Deus.”

Segundo o Papa, Deus “ensinou-nos a levar o pão de cada dia para casa com trabalho honesto.”

E como o administrador desonesto ganhava o seu pão de cada dia? Ele “dava de comer aos seus filhos ‘pão sujo’! E os seus filhos se calhar educados em colégios caros, talvez criados em ambientes cultos, tinham recebido do seu pai ‘comida suja’, porque o seu pai, levando ‘pão sujo’ para casa, tinha perdido a dignidade! E este é um pecado grave!”

De acordo com Francisco, o hábito dos favorecimentos e gratificações por fora torna-se uma dependência.

Contudo, “se existe uma esperteza mundana, também existe a esperteza cristã vivendo honestamente”.

“Tal como nos convida Jesus quando nos diz para sermos astutos como as serpentes mas simples como as pombas. E este é um dom que devemos pedir ao Senhor.”

“Talvez hoje nos faça bem a todos rezar por tantas crianças que recebem dos seus pais “pão sujo”: também estes são esfomeados, são esfomeados de dignidade!”, encerrou o Papa.

(Com informações da Rádio Vaticano)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Acorde! Vivemos a pior época da história da perseguição aos cristãos

Esta conscientização raramente influencia o comportamento dos membros da Igreja mais cômoda, tolerante e amável, infelizmente

07.11.2013
George Weigel
@DR
Todos os números da admirável revista ecumênica "Touchstone" incluem uma seção intitulada "A Igreja que sofre". É um título que os católicos associam ao purgatório, mas, neste caso, significa a Igreja que é purificada aqui e agora, devido à perseguição. É uma lembrança útil de um tema desagradável.

Este tema desagradável, de fato, raramente influencia a consciência dos cristãos, especialmente dos pertencentes à Igreja cômoda, tolerante, amável, ainda que a comissão histórica instituída por João Paulo II tenha mostrado claramente que os cristãos vivem atualmente o período de maior tribulação da sua história.

Esta comissão afirmou que houve mais cristãos assassinados no século 20 que nos 19 séculos precedentes de história cristã.

Uma só página da "Touchstone" destacou que quase 1.200 protestantes foram presos nos campos de concentração do deserto da Eritreia, nos quais "a tortura é uma rotina"; Mustafá Bordbar, um cristão convertido, de 27 anos, foi preso e acusado de "reuniões ilegais e de ter participado de uma igreja doméstica" no Irã"; um líder muçulmano da Nigéria central sequestra regularmente meninas e mulheres cristãs, obrigando-as a converter-se ou voltar ao islã.

Durante este tempo, os cristãos temem cotidianamente pela sua vida na Síria e no Egito, duas sociedades que estão em processo de implosão e nas quais as facções e seitas muçulmanas majoritárias só concordam em uma coisa: a caça aos cristãos.

Em duas décadas, talvez menos, o cristianismo poderia deixar de ser uma realidade eclesial vivente em muitos dos lugares nos quais nasceu; isso sem falar das cidades nas quais se desenvolveu o cristianismo sub-apostólico e patrístico. A única exceção a esta tendência no Oriente Médio está no norte da África e em Israel.

Tom Holland, um historiador famoso e autor de "A forja do cristianismo", afirmou recentemente, em uma coletiva de imprensa em Londres sobre o ódio e as rivalidades sectárias no Oriente Médio, que "estamos assistindo a algo que, quanto ao horror, lembra a Guerra dos 30 anos europeia".

Na mesma coletiva, minha velha amiga e colega Nina Shea, diretora do Centro pela Liberdade Religiosa do Instituto Hudson de Washington, destacou algumas perguntas dirigidas à ignorância da mídia ocidental.

Shea sublinhou que, no Egito, foi destruída recentemente uma igreja copta do século IV, dedicada a Nossa Senhora – e tal igreja estava à espera de ser declarada patrimônio mundial pela UNESCO.

A igreja tinha 200 anos a mais que os Budas de Bamiyan (Afeganistão), que constavam na lista da UNESCO e cuja destruição, por parte dos talibãs, em 2001, foi amplamente comentada e universalmente divulgada; no entanto, os principais meios de comunicação trataram o ato de vandalismo religioso e cultural anticristão no Egito como se não houvesse acontecido nada.

O que é preciso fazer agora? Apoiar estas agências não governamentais que trabalham por sustentar a vida pastoral da cristandade nos lugares em que esta nasceu; pedir à diplomacia dos EUA que leve mais a sério a liberdade religiosa no Oriente Médio.

E que a causa destes irmãos e irmãs em Cristo seja uma parte regular na oração litúrgica, recordando a Igreja perseguida nas intenções gerais de todas as missas, e rezando publicamente pela conversão dos perseguidores.

Sim, pela sua conversão.

FALECIDOS, NÃO MORTOS

 


           No próximo dia 2 celebraremos a memória dos fieis defuntos, dos nossos falecidos, daqueles que estiveram conosco e hoje estão na eternidade, os “finados”, aqueles que chegaram ao fim da vida terrena e já começaram a vida eterna. Portanto, não estão mortos, estão vivos, mais até do que nós, na vida que não tem fim, “vitam venturi saeculi”. Sua vida não foi tirada, mas transformada. Por isso, o povo costuma dizer dos falecidos: “passou desta para a melhor!” Olhemos, portanto, a morte com os olhos da fé e da esperança cristã, não com desespero pensando que tudo acabou. Uma nova vida começou eternamente. 
 Os pagãos chamavam o local onde colocavam os seus defuntos de necrópole, cidade dos mortos. Os cristãos inventaram outro nome, mais cheio de esperança, “cemitério”, lugar dos que dormem. É assim que rezamos por eles na liturgia: “Rezemos por aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem no sono da paz”.
            Os santos encaravam a morte com esse espírito de fé e esperança. Assim São Francisco de Assis, no cântico do Sol: “Louvado sejais, meu Senhor, pela nossa irmã, a morte corporal, da qual nenhum homem pode fugir. Ai daqueles que morrem em pecado mortal. Felizes dos que a morte encontra conformes à vossa santíssima vontade. A estes não fará mal a segunda morte”. “É morrendo que se vive para a vida eterna!”. S. Agostinho nos advertia, perguntando: “Fazes o impossível para morrer um pouco mais tarde, e nada fazes para não morrer para sempre?”
            Quantas boas lições nos dá a morte. Assim nos aconselha o Apóstolo São Paulo: “Enquanto temos tempo, façamos o bem a todos” (Gl 6, 10). “Para mim o viver é Cristo e o morrer é um lucro... Tenho o desejo de ser desatado e estar com Cristo” (Fl 1, 21.23). “Eis, pois, o que vos digo, irmãos: o tempo é breve; resta que os que têm mulheres, sejam como se as não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; os que usam deste mundo, como se dele não usassem, porque a figura deste mundo passa” (1 Cor 7, 29-31).
            Diz o célebre livro A Imitação de Cristo que bem depressa se esquecem dos falecidos: “Que prudente e ditoso é aquele que se esforça por ser tal na vida qual deseja que a morte o encontre!... Não confies em amigos e parentes, nem deixes para mais tarde o negócio de tua salvação; porque, mais depressa do que pensas se esquecerão de ti os homens. Melhor é fazeres oportunamente provisão de boas obras e enviá-las adiante de ti, do que esperar pelo socorro dos outros” (Imit. I, XXIII). O dia de Finados foi estabelecido pela Igreja para não deixarmos nossos falecidos no esquecimento.
            Três coisas pedimos com a Igreja para os nossos falecidos: o descanso, a luz e a paz. Descanso é o prêmio para quem trabalhou. O reino da luz é o Céu, oposto ao reino das trevas que é o inferno. E a paz é a recompensa para quem lutou. Que todos os que nos precederam descansem em paz e a luz perpétua brilhe para eles. Amém

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

                                    O Tabernáculo

Fonte: Mãe Cristã

      Como são bons os teus tabernáculos, ó Deus das virtudes! A minha alma palpita ansiosa de se abrigar em teus átrios; pois, se o pardal sabe onde há de recolher-se para passar a noite e a andorinha vai direita ao beiral onde fez o seu ninho: quanto a mim o que desejo, o que procuro, é refugiar-me em teus altares, ó Senhor, meu Rei e Deus meu! Bem-aventurados os que moram em tua casa; estes te louvarão eternamente!
Sim, bem-aventurados todos os que, neste vale de lágrimas, buscam refúgio em teu seio e aí, levados nas ascensões celestes, sobem de virtude em virtude, como de montanha em montanha, até à divina Sião onde em êxtase contemplam a face do altíssimo (Psalmos. 84). Se assim suspirava o real salmista, quanto se deve a alma cristã enternecer em presença do tabernáculo! O Deus de amor se acha entre nós; é o “Deus oculto”, de que fala Isaias, que nos oferece o maná do céu e o cálice da imortalidade. “Eis-me aqui – diz-nos o Senhor – eu convosco estou até à consumação dos séculos”. Que inefável mistério!

                O altar é o trono do Santo dos Santos e o ponto central da devoção cristã. Dele jorram as graças e os dons de Deus e dimanam as águas vivas que fazem brotar as flores da santidade.

                Os esplendores do tabernáculo são misteriosos e invisíveis, velados como ficam pelo mistério do Sacramento; pois, se na pátria celestial o Altíssimo está rodeado de inúmeros espíritos que lhe rendem adorações dignas dEle, aqui na erra, Deus não reclama senão a homenagem de nosso coração: “Fili, praebe mihi cor tuum”. Também o culto do augusto Sacramento é essencialmente uma adoração em espírito e em verdade. A intenção de Jesus Cristo, tornando-Se assim invisível a nós, é elevar-nos acima das coisas deste mundo para nos atrair com Ele às regiões sobrenaturais. É para isto, diz São João Crisóstomo, que o Deus do amor, presente no santo altar, esconde aos nossos olhos as suas magnificências.

                Ele não se revela senão na alma recolhida e não reside entre nós senão para conquistar o nosso amor. Ele ai está, não para se mostrar, mas para nos atrair, para nos ganhar, para nos contentar. Aí está, enfim, porque Ele nos ama e nos ensina a amar, porque Ele se dá e nos ensina a nos darmos, porque Ele se imola e nos ensina a nos imolarmos.

                Não procureis, em vossas visitas ao Santíssimo Sacramento, sensações de ternura. A devoção sensível raras vezes é profunda e está sempre exposta a ilusões. Ela provém, segundo a acepção da palavra, do fervor dos sentidos; quando, entretanto, a nossa vontade é que deve ser fervorosa e ardente. “Não me Toqueis – disse Jesus Cristo – porque eu não subi ainda para junto de meu Pai”; frase esta que São Bernardo interpreta do seguinte modo: não vos ligueis aos sentidos corporais que se enganam, nem à razão que se perturba nem à natureza que é limitada, mas apoiai-vos na palavra de Jesus Cristo, que é a verdade imutável. No céu é que havemos de contemplar as perfeições da Majestade divina; aqui na terra gozamos apenas as primícias desta felicidade e nos preparamos com todas as nossas forças para plenamente a possuir e deliciosamente a saborear nos êxtases da eternidade.

                Todavia, neste mistério, Nosso Senhor não é diferente do que era durante a sua vida terrestre. Sempre bom, indulgente, misericordioso e terno, é acessível a todos os que a Ele se dirigem. Como outrora, Jesus quer sobretudo que se deixem ir a Ele as criancinhas, pois que as ama com predileção, as abençoa e as acaricia e ameiga.

                Queremos nós participar destas preciosas prerrogativas? Ele acolhe os homens de boa vontade, ouve-os, levanta-os e fortalece-os.

                A sua mão toca untuosamente o coração abatido para vivificar a esperança e a coragem. Jesus tem um balsamo infalível para as almas aflitas, que enxuga todas as lágrimas, acalma as inquietações, abranda as penas do espírito e ativa a seiva da caridade.

                Se estais tristes, ide depor ao pé do tabernáculo o fardo que vos oprime; e, se estais alegres, rendei graças ao Deus das consolações. Onde podereis achar de fato inspirações salutares, pensamentos fortes, motivos de inabalável confiança a não ser no seio do vosso Pai? Tendes necessidade de repouso, aqui se repousa;  tendes necessidade de amar e de ser amado, aqui se ama e se é amado, aqui é a escola do verdadeiro amor.
           O tabernáculo deve ser o principal refúgio da mãe cristã, o asilo do seu coração, o santuário da sua esperança e o lugar do seu repouso. É ai que ela reza por todos os que lhe são caros; que ela pede e obtém; que ela procura e acha; que ela bate e lhe abrem. Ela sabe que diante do altar é preciso dar para receber, mas que se recebe infinitamente mais do que se dá e que o grão de incenso que ai se queima volta a nós desfeito em um perfume de bênçãos.
                Dizeis contudo: Eu tenho pedido, procurado e batido muitas vezes, mas em vão; de modo que, em contrário às promessas do Evangelho, o Senhor, que, em sua vida evangélica, não deixou de atender jamais às preces de nenhuma mãe, parece, ai de mim! Insensível às minhas!

                Semelhante queixa revela uma tentação. Deus ouve sempre, quer conceda logo, quer demore, quer recuse; mas corrige os nossos desejos pouco previdentes e por vezes intempestivos, interpreta-os de maneira a que se tornem em nosso proveito, modera o nosso zelo que nem sempre é conforme à sabedoria e dispõe-nos a uma submissão paciente. Eis a razão por que São Paulo quer que juntemos sempre ações de graças às nossas preces e que sejamos reconhecidos a Deus seja qual for o resultado aparente delas.

                Além disso há para nós, assim como para os nossos filhos, horas de graças ou ocasiões favoráveis.

                Aguardemo-las; esperemos com paciência esses momentos propícios e deixemos obrar a Sabedoria divina sem lhe pretendermos impor os fracos juízos da nossa própria sabedoria. “Eu esperei muito, mas não cansei de esperar – dizia o Salmista – e afinal o Senhor olhou para mim e atendeu  a minha prece” (Salmo 39). Ser-vos-ia útil dizer em qualquer circunstância: Seja feita a vossa vontade e não a minha! E eis ai precisamente o que não dizeis, ou ao menos o que não pensais, se acaso o dizeis.

                A vossa inquieta solicitude se afrouxa quando Deus vos não concede imediatamente o que lhe pedis; pois quereis se atendida à hora que soa na terra, posto que essa hora não tenha soado ainda no céu.

                Para vos expandirdes diante do altar, não é mister um grande fluxo de palavras: a devoção ao Santíssimo Sacramento exige apenas uma disposição calma, submissa e confiante. Exponde silenciosamente as vossas súplicas perante Aquele que lê no fundo dos corações: “deleitai-vos no Senhor, e ele atenderá aos vossos desejos; esperai em Deus, e ele satisfará ao que desejais”. Dizem que as flores reproduzem, na sua admirável variedade, as formas diversas dos astros a que correspondem. Seja como for, elas se conservam tranquilas nos seus pedúnculos, sem se preocuparem com isso, haurindo suavemente a luz do sol que as aquece; e, pouco a pouco, aponta a sorrir no fundo dos seus Cálices o fruto saboroso.

                É assim que se dilatam as almas amorosas ante os tabernáculos do divino Amor. Tranquilas e recolhidas ante o sacro foco da bondade divina, elas absorvem com delicia os raios que daí emanam, e tornam-se boas comungando com a Bondade, misericordiosas, comungando com a divina Misericórdia. A sua atitude humilde e piedosa, o ardor dos seus santos desejos e as aspirações veementes da suas esperanças fazem partir do altar as centelhas das virtudes divinas; e assim se reproduzem admiravelmente nelas mesmas os traços da celeste perfeição, como essas imagens vivas que a luz imprime entre os planos em que reflete.

                O Senhor disse no Evangelho: “Aquele que me vê, vê meu Pai”. E com efeito, Ele é a substancia e o esplendor do Todo-Poderoso. Os reflexos do tabernáculo que se projetam em nossas almas ai produzem um efeito semelhante; e a mãe cristã, toda repassada dessas graças, se erguerá à imagem do seu Deus, de modo que, ao ver as suas virtudes, a sua abnegação e a sua doce piedade afável e atraente, cada um poderá dizer também: Aquele que a vê, vê Jesus Cristo.

                A vida humana não é mais do que a flor de um dia, mas quando esta flor se descerra ao influxo da Religião, uma misteriosa transformação nela se opera, de que resulta um fruto imortal.