sábado, 1 de fevereiro de 2014

Porque um maçon não pode participar do Sacramento da Eucaristia?
Vejamos o que nos diz a nossa Mãe Igreja a respeito desse assunto:

Declaração sobre a Maçonaria

Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé


26.11.1983

Declaração de 26 de novembro de 1983 do cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (v. L´Osservatore Romano de 26.11.83):

Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria, pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, p.240´241).

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, e ordenou a sua publicação.

Joseph Card. Ratzinger
Prefeito


Abaixo Parágrafo da Encíclica Dall´ Alto Dell´Apostolico Seggio

DO PAPA LEÃO XIII SOBRE A MAÇONARIA NA ITÁLIA :

“Agora é desnecessário colocar as seitas Maçônicas em julgamento. Elas já estão julgadas; seus fins, seus meios, suas doutrinas, e sua ação, são todos conhecidos com indisputável certeza. Possuídos pelo espírito de Satanás, cujos instrumentos eles são, eles ardem como ele com um ódio mortal e implacável a Jesus Cristo e Sua obra; e eles se esforçam por todos os meios para derrubá-la e acorrentá-la. Esta guerra no momento presente se desenrola mais do que em qualquer outro lugar na Itália, na qual a religião Católica se enraizou mais profundamente; e acima de tudo em Roma, o centro da unidade Católica, e a Sede do Pastor Universal e Mestre da Igreja. “
Fonte de Pesquisa: Site: www.cleofas.com.br
Brasil em crise e Dilma dando quase um bilhão de dólares para a ditadura cubana
Site Rainha Maria 30.01.2014 -
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Rachel Sheherazade, âncora do telejornal “SBT Brasil,” denunciou que Dilma Rousseff, está dando rios de dinheiro para a ditadura de Cuba.



Eu poderia pensar: “Que me importa? Não votei nela!” Sim, não votei nela, mas o dinheiraço que ela está dando para Cuba não vem pelo fato de que ela, Lula e outros ricaços do PT venderam tudo o que têm para dar para o pobre povo cubano.
Se o dinheiro tivesse vindo apenas dos que burramente votaram em Dilma e no PT, eu também não me preocuparia tanto. Mas a conta de tudo o que Dilma está dando à ditatura cubana não vai ser do PT. Vai ser do povo brasileiro, mesmo dos que não votaram na quadrilha que não cessa de roubar do Brasil.
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Fonte: www.juliosevero.com
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Com valor de US$ 1,09 bilhão do banco brasileiro, novo Porto em Havana foi inaugurado por Dilma.
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E AINDA...ACREDITE SE QUISER...
A DOAÇÃO DE FORTUNAS DO BRASIL COMEÇOU BEM ANTES...
PARA OS POBRES? OS NECESSITADOS? TALVEZ PARA FOME NA AFRICA?
ENTÃO, VEJA BEM PARA ONDE VAI...
Diz na Sagrada Escritura:
"Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido". (São Lucas 12, 2)
 
- Dilma perdoa divida de Ditadores Africanos para agradar doadores de campanha -
Noticia de 06.06.2013 - Dilma vai perdoar as dívidas de ditadores africanos, denuncia com propriedade a Veja desta semana. São cerca de 850 milhões de dólares (mais de 1,8 bilhão de reais), de dinheiro do povo brasileiro, que não recebe os investimentos em educação, saúde, segurança e infra-estrutura (portos, rodovias, aeroportos, ferrovias, etc) que têm direito. Claro que aprova no Congresso servil ao PT e não à Pátria.
Motivação? Simples, os ditadores africanos se comprometem a fazer obras com empreiteiras brasileiras, que em ciontra-partida injetam bilhões na campanha do PT de reeleição da Dona Dilma.
Veja denuncia com dados importantes e destaca que pode acontecer algo ainda pior: os ditadores não pagam as contas das obras, que têm como avalista o Governo do Brasil, o que gera um rombo ainda maior nos cofres públicos brasileiros. Cita o exemplo da Mendes Júnior, contratada poe saddam Hussein para construir seis pistas em 128 quilômetros no Iraque…e deu um calotaço. Hoje, na Justiça, a conta da dívida do avalista Governo do Brasil está em 10 bilhões de reais (a obra custaria 333 milhões de dólares – 705 milhões de reais, ao dólar atual).
Que construtoras e empresas estão no esquema? As que colocaram um bom dinheiro na campanha da eleição de Dilma.
Recomendo ler a reportagem, nas páginas 62 e 63 da revista Veja desta semana.
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Teodore Obriang, ditador da Guiné Equatorial há apenas 34 anos, acusado de crimes de tortura e de lavagem de dinheiro. Tem uma frota de carros avaliada em 5,4 milhões de dólares, num país extremamente pobre…
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Omar El-Bashir, ditador do Sudão há 24 anos, tem pedido de prisão decretada pela Corte Internacional, com crimes de guerra e contra a humanidade, referentes ao massacre de Darfur, onde morreram só 360 mil pessoas…
Ele terão dívidas para com o Brasil perdoadas pela Dona Dilma.
E como ficam os brasileiros?
Fonte: Blog do JJ
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Nota de www.rainhamaria.com.br  -  por Dilson Kutscher
Primeiramente, faço duas perguntas:
Quantos hospitais públicos daria para construir e  atender a população com 850 milhões de dólares (mais de 1,8 bilhão de reais), da divida perdoada destes  ditadores africanos?
Somados com mais 1 BILHÃO de dólares para Cuba?
Daria quase 2 BILHÕES de dólares...
Com este valor daria para aumentar os salários dos médicos do Sistema Único de Saúde (SUS)?
Daria para construir mais hospitais ou pelo menos equipar totalmente os já construidos?
No entanto, vou responder a outra  pergunta do artigo acima:
E como ficam os brasileiros?
Eis as respostas...
O governo brasileiro não tem dado a importância necessária para o povo. A saúde pública no Brasil  é o mais completo caos. Pagam muito mal aos profissionais da saúde, deixam os hospitais sem equipamentos, remédios e leitos para os pacientes, que chegam a ser atendidos no chão e as vezes até sem maca, enfim, um caos nunca visto.
Para saúde pública não existem verbas, mas notem que para eventos esportivos, financiar obras em Cuba e perdoar dividas de Paises africanos, que são governados por verdadeiros ditadores, ai sobra valores. Interessante isto, não!?
Depois dircursam que este é o governo do povo. Afinal, a que povo se referem?
Enquanto o Governo gasta 1 BILHÃO DE DÓLARES em um novo Porto, em Havana, Cuba, essa é a situação de descaso que deixam o povo brasileiro, entregue a própria sorte.
ENQUANTO ISTO NO BRASIL...
CLIQUE NOS LINKS:  É VER PARA CRER !!
E A LISTA VAI AUMENTANDO, AUMENTANDO, AUMENTANDO...
 
Governantes ou Carrascos? Mulher morre em ambulância à espera de atendimento
Caos na Saúde: Pacientes morrem em hospital de Londrina a espera de atendimento
Sem atendimento homem morre na sala de espera de posto de saúde em Curitiba
Sem atendimento, aposentado passa mal e morre na porta de hospital em Recife
Fato que se repete: Idoso de 77 anos morre por falta de atendimento em UPA
Idoso tem parada cardíaca e morre por falta de ambulância em Porto Alegre
O Povo Sofre: Mulher espera há dois anos para retirar tumor que não para de crescer

A verdadeira riqueza da Igreja

Esta é a verdadeira fortuna da Igreja, acumulada no sangue dos Mártires, na fidelidade dos Confessores, na riqueza dos Padres, no discernimento dos Doutores, na pureza das Virgens, no sangue dos Inocentes, na palavra dos Apóstolos...

Prof. Felipe Aquino
15.01.2014 // IMPRIMIR












© Andreas Tille
A Igreja é de fato riquíssima, e acumulou nos seus vinte séculos um tesouro incalculável!

Na verdade ela é rica desde a sua origem, porque o seu Criador e mentor é o próprio Deus; é Dele que vem toda a sua riqueza. Ela é o próprio Corpo de Cristo (1Cor 12,27). Mas ela é rica também, porque é a “Igreja dos Santos”, como disse George Bernanos. Os Santos são a sua grande riqueza, como que reprodução do próprio Cristo. Ela é a Igreja de Pedro de Cafarnaum, que deixou as redes para seguir o Senhor e morreu de cabeça para baixo, sob Nero, por amor a ela; é a Igreja de Paulo de Tarso, que rodou o mundo até Roma, para ali ser martirizado por ela.

Ela é a Igreja dos Santos Apóstolos, revestidos do próprio Cristo, um a um martirizados pela sua fidelidade ao Senhor… Ela é a Igreja dos Santos Inocentes que, ainda na tenra idade, derramaram o seu sangue inocente pelo menino Deus…

Ela é a rica Igreja dos Santos Padres: Agostinho de Hipona, que enfrentou o pelagianismo, o arianismo e o maniqueísmo; Atanásio, que enfrentou o arianismo; Irineu, que enfrentou o gnosticismo; Inácio de Antioquia, que enfrentou os leões; Policarpo, que enfrentou a fogueira,…Tomás de Aquino, que escreveu a Suma-Teológica e transformou a Filosofia; Teresa de Ávila e João da Cruz, que reformaram os Carmelos masculino e feminino; Jerônimo, que traduziu a Bíblia para o latim; Basílio, Gregório de Nissa, Gregório de Nazianzo, Afonso de Ligório, Francisco de Assis, João Bosco, e tantos outros que mudaram a face da terra…

Sim, é uma Igreja riquíssima! Ela é a Igreja daqueles que, de tanto amor por ela, derramaram o seu sangue nas arenas romanas, nas espadas dos imperadores, nos cárceres comunistas e nazistas…

Pedro, Paulo, Tiago,… Inácio de Antioquia, Policarpo, Sebastião, Perpétua, Felicidade, Cecília,… Maximiliano Kolbe,… e tantos outros gigantes que fizeram do seu sangue “a semente de novos cristãos.”(Tertuliano, †220)

Ela é a Igreja das belas ordens religiosas de Bento, Domingos, Agostinho, Benedito, Francisco, Inácio de Loyola, Camilo de Lélis…

Ela é a Igreja das Santas Virgens: Maria, Ana, Inez, Cecília, Luzia, Teresinha, Mazzarello, Clara de Assis,… que formam um verdadeiro exército de Esposas do Senhor.

Sim, é uma Igreja riquíssima!

Além de ser a rica Igreja dos Santos, dos Profetas, dos Mártires, dos Apóstolos, das Virgens, dos Confessores… é também a Igreja dos Papas. É a Igreja de João Paulo I com o seu sorriso inesquecível; de João XXIII, do Concílio Vaticano II, de Paulo VI com o seu apaixonado amor à Igreja; de Gregório, que a posteridade chamou de Magno, e que criou o canto que recebeu o seu nome.

Ela é a grande e rica Igreja de Leão Magno, detendo as grandes heresias às portas da Igreja, enfrentando os bárbaros Átila e Genserico às portas de Roma. É a Casa de Pedro, que é o princípio de tudo e a Pedra sobre a qual os outros se sucederam. É a Igreja dessa cadeia viva e ininterrupta de 265 Pontífices, o “doce Cristo na Terra”, como dizia Santa Catarina de Sena.

Todos os Santos se inclinaram diante do Papa, e nenhum foi nada sem ele. Paulo, o apóstolo dos gentios, foi ao encontro de Pedro; Francisco, o enamorado da Pobreza, ajoelhou-se diante de Inocêncio III; Teresinha suplicou a Leão XIII que a deixasse entrar no Carmelo aos quinze anos…

Que outra Igreja teve um Pio IX que proclamou Maria Imaculada; e José, Padroeiro Universal da Igreja?

Que outra Igreja tem um João Paulo II, filho de operário, operário, ator de teatro, esquiador, sacerdote, poliglota, bispo, diplomata, cardeal — Cardeal da Igreja do Silêncio e da Polônia Mártir?

A Igreja é riquíssima, de fato, pois é a Igreja dos Santos e dos Papas.

É a Igreja dos Sacramentos que o Senhor derramou do seu Coração ferido pela lança no alto da Cruz. É a Igreja da salvação universal de todos os homens… É a barca de Pedro que salva do dilúvio do pecado!

Esta é a verdadeira fortuna da Igreja, acumulada no sangue dos Mártires, na fidelidade dos Confessores, na riqueza dos Padres, no discernimento dos Doutores, na pureza das Virgens, no sangue  dos Inocentes, na palavra dos Apóstolos e Profetas, no zelo dos Patriarcas, na lei dos Profetas e na infalibilidade dos Papas.

Sim, é riquíssima!…

Quanto ao resto, é dispensável falar; pois, basta lembrar que o seu território hoje, não passa de um pequeno pedaço de terra com 0,44 km².

Prof. Felipe Aquino

(Cléofas)
sources: Cleofas


AS SETE EXCELÊNCIAS DA BATINA


Por Padre Jaime Tovar Patrón
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1ª RECORDAÇÃO CONSTANTE DO SACERDOTE
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Certamente que, uma vez recebida a ordem sacerdotal, não se esquece facilmente. Porém um lembrete nunca faz mal: algo visível, um símbolo constante, um despertador sem ruído, um sinal ou bandeira. O que vai à paisana é um entre muitos, o que vai de batina, não. É um sacerdote e ele é o primeiro persuadido. Não pode permanecer neutro, o traje o denuncia. Ou se faz um mártir ou um traidor, se chega a tal ocasião. O que não pode é ficar no anonimato, como um qualquer. E logo quando tanto se fala de compromisso! Não há compromisso quando exteriormente nada diz do que se é. Quando se despreza o uniforme, se despreza a categoria ou classe que este representa.
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2ª PRESENÇA DO SOBRENATURAL NO MUNDO
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Não resta dúvida de que os símbolos nos rodeiam por todas as partes: sinais, bandeiras, insígnias, uniformes… Um dos que mais influencia é o uniforme. Um policial, um guardião, é necessário que atue, detenha, dê multas, etc. Sua simples presença influi nos demais: conforta, dá segurança, irrita ou deixa nervoso, segundo sejam as intenções e conduta dos cidadãos. Uma batina sempre suscita algo nos que nos rodeiam. Desperta o sentido do sobrenatural. Não faz falta pregar, nem sequer abrir os lábios. Ao que está de bem com Deus dá ânimo, ao que tem a consciência pesada avisa, ao que vive longe de Deus produz arrependimento. As relações da alma com Deus não são exclusivas do templo. Muita, muitíssima gente não pisa na Igreja. Para estas pessoas, que melhor maneira de lhes levar a mensagem de Cristo do que deixar-lhes ver um sacerdote consagrado vestindo sua batina? Os fiéis tem lamentado a dessacralização e seus devastadores efeitos. Os modernistas clamam contra o suposto triunfalismo, tiram os hábitos, rechaçam a coroa pontifícia, as tradições de sempre e depois se queixam de seminários vazios; de falta de vocações. Apagam o fogo e se queixam de frio. Não há dúvidas: o “desbatinamento” ou “desembatinação” leva à dessacralização.
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3ª É DE GRANDE UTILIDADE PARA OS FIÉIS
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O sacerdote o é não só quando está no templo administrando os sacramentos, mas nas vinte e quatro horas do dia. O sacerdócio não é uma profissão, com um horário marcado; é uma vida, uma entrega total e sem reservas a Deus. O povo de Deus tem direito a que o auxilie o sacerdote. Isto se facilita se podem reconhecer o sacerdote entre as demais pessoas, se este leva um sinal externo. Aquele que deseja trabalhar como sacerdote de Cristo deve poder ser identificado como tal para o benefício dos fiéis e melhor desempenho de sua missão.
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4ª SERVE PARA PRESERVAR DE MUITOS PERIGOS
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A quantas coisas se atreveriam os clérigos e religiosos se não fosse pelo hábito! Esta advertência, que era somente teórica quando a escrevia o exemplar religioso Pe. Eduardo F. Regatillo, S.I., é hoje uma terrível realidade. Primeiro, foram coisas de pouca monta: entrar em bares, lugares de recreio, diversão, conviver com os seculares, porém pouco a pouco se tem ido cada vez a mais. Os modernistas querem nos fazer crer que a batina é um obstáculo para que a mensagem de Cristo entre no mundo. Porém, suprimindo-a, desapareceram as credenciais e a mesma mensagem. De tal modo, que já muitos pensam que o primeiro que se deve salvar é o mesmo sacerdote que se despojou da batina supostamente para salvar os outros. Deve-se reconhecer que a batina fortalece a vocação e diminui as ocasiões de pecar para aquele que a veste e para os que o rodeiam. Dos milhares que abandonaram o sacerdócio depois do Concílio Vaticano II, praticamente nenhum abandonou a batina no dia anterior ao de ir embora: tinham-no feito muito antes.
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5ª AJUDA DESINTERESSADA AOS DEMAIS
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O povo cristão vê no sacerdote o homem de Deus, que não busca seu bem particular se não o de seus paroquianos. O povo escancara as portas do coração para escutar o padre que é o mesmo para o pobre e para o poderoso. As portas das repartições, dos departamentos, dos escritórios, por mais altas que sejam, se abrem diante das batinas e dos hábitos religiosos. Quem nega a uma monja o pão que pede para seus pobres ou idosos? Tudo isto está tradicionalmente ligado a alguns hábitos. Este prestígio da batina se tem acumulado à base de tempo, de sacrifícios, de abnegação. E agora, se desprendem dela como se se tratasse de um estorvo?
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6ª IMPÕE A MODERAÇÃO NO VESTIR
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A Igreja preservou sempre seus sacerdotes do vício de aparentar mais do que se é e da ostentação dando-lhes um hábito singelo em que não cabem os luxos. A batina é de uma peça (desde o pescoço até os pés), de uma cor (preta) e de uma forma (saco). Os arminhos e ornamentos ricos se deixam para o templo, pois essas distinções não adornam a pessoa se não o ministro de Deus para que dê realce às cerimônias sagradas da Igreja. Porém, vestindo-se à paisana, a vaidade persegue o sacerdote como a qualquer mortal: as marcas, qualidades do pano, dos tecidos, cores, etc. Já não está todo coberto e justificado pelo humilde hábito religioso. Ao se colocar no nível do mundo, este o sacudirá, à mercê de seus gostos e caprichos. Haverá de ir com a moda e sua voz já não se deixará ouvir como a do que clamava no deserto coberto pela veste do profeta vestido com pêlos de camelo.
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7ª EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA AO ESPÍRITO E LEGISLAÇÃO DA IGREJA
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Como alguém que tem parte no Santo Sacerdócio de Cristo, o sacerdote deve ser exemplo da humildade, da obediência e da abnegação do Salvador. A batina o ajuda a praticar a pobreza, a humildade no vestiário, a obediência à disciplina da Igreja e o desprezo das coisas do mundo. Vestindo a batina, dificilmente se esquecerá o sacerdote de seu importante papel e sua missão sagrada ou confundirá seu traje e sua vida com a do mundo.
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O autor: Padre Jaime Tovar Patrón, coronel capelão, ocupou importantes responsabilidades no Vicariato Castrense. Oriundo de Extremadura, Espanha, foi grande orador sacro. Autor do livro Los curas de la Cruzada, autêntica enciclopédia dos heróicos sacerdote que desenvolveram seu trabalho pastoral entre os combatentes da gloriosa Cruzada de 1936. É, ademais, uma história do sacerdócio castrense. Faleceu em janeiro de 2004.
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Fonte: São Pio V
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A confissão comunitária

A Confissão “ajuda a formar a consciência, a lutar contra as más inclinações, a deixar-se curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito”













© DR
O catecismo ensina que: “Em casos de necessidade grave, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação com Confissão e absolvição gerais.” Esta necessidade grave pode apresentar-se quando há um perigo iminente de morte sem que o ou os sacerdotes tenham tempo suficiente para ouvir a Confissão de cada penitente. A necessidade grave pode também se apresentar quando, tendo-se em vista o número dos penitentes, não havendo confessores suficientes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo razoável, de modo que os penitentes, sem culpa de sua parte, se veriam privados durante muito tempo da graça sacramental ou da sagrada Eucaristia. Nesse caso os fiéis devem ter, para a validade da absolvição, o propósito de confessar individualmente seus pecados no devido tempo (CDC, cân. 962,1).

Cabe ao Bispo diocesano julgar se os requisitos para a absolvição geral existem (CDC, cân. 961). Um grande concurso de fiéis por ocasião das grandes festas ou de peregrinação não constitui caso de tal necessidade grave (CDC, cân. 961,1) (S1483).

Portanto, a Confissão comunitária só deve ser realizada em casos extraordinários, e assim mesmo, os que receberam esta absolvição ficam obrigados a uma Confissão auricular (com o sacerdote) tão logo seja possível. O Vaticano tem chamado a atenção para os abusos que tem se realizado sobre isto.

No dia 07 de novembro de 2006, o Papa falou da Confissão Comunitária e pediu aos sacerdotes para observar rigorosamente as normas da Igreja sobre o Sacramento da Penitência, em particular as que afetam à absolvição coletiva.

Ao constatar “a crise do Sacramento da Reconciliação” o Papa convidou os Bispos da Suíça, em visita ad limina apostolorum “a relançar em vossas dioceses uma pastoral penitencial que estimule a Confissão individual”.

O Papa disse “Pedi a vossos sacerdotes que sejam confessores assíduos, oferecendo generosamente aos fiéis horários apropriados para a Confissão pessoal; estimulai-os para que eles mesmos se aproximem com frequência deste Sacramento”.

“Exortai os fiéis a aproximar-se regularmente do Sacramento da Penitência, que permite descobrir o dom da misericórdia de Deus e que leva a ser misericordioso com os outros, como Ele”.

A Confissão “ajuda a formar a consciência, a lutar contra as más inclinações, a deixar-se curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito”. O Papa convidou os sacerdotes “a observar rigorosamente as normas da Igreja sobre a absolvição coletiva”, “que exigem situações verdadeiramente excepcionais para recorrer a esta forma extraordinária do Sacramento da Penitência”.

Estas normas, recordou, são apresentadas pelo “Motu próprio” “Misericordia Dei”, Publicado por João Paulo II em 7 de abril de 2002.

Segundo este documento, a “absolvição geral” ou “coletiva” tem um caráter de “excepcionalidade” e  não pode enviar-se com caráter geral, a não ser que se deem duas condições.

Retirado do livro “Penitência”- Coleção Sacramentos- Ed. Canção Nova

(Cléofas)
sources: Cleofas