"E sim, peçamos a paz, tal como é compreendida e desejada pelos filhos de Deus; uma paz digna deste nome, que a Sagrada Escritura de modo algum separa da Verdade, da Justiça e da Graça; esta é a paz da Igreja: o tranquilo cumprimento da lei cristã, o pacífico desenvolvimento das obras da Fé e Caridade, a afirmação pública da verdade e dos preceitos do Evangelho, a conformidade das leis e instituições humanas com a doutrina e o ensinamento moral de Jesus Cristo, a contínua resistência ao Príncipe das Trevas e a todos aqueles que propagam as suas perversas máximas" - Dom Giuseppe Melchiorre Sarto, então bispo de Mântua -- futuro São Pio X, alocução de 3 de setembro de 1889.
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
13 AGOSTO, 2017
Foto da semana.

Aparecida, 29 de julho de 2017: Dom Fernando Guimarães, Arcebispo do Ordinariato Militar do Brasil, celebra Missa Pontifical na Basílica Velha, por ocasião da peregrinação do Instituto do Bom Pastor a Aparecida.
No dia seguinte, domingo, o arcebispo concelebrou, no rito de Paulo VI, na Basílica Nova, com Dom Fernando Rifan, bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Para surpresa de muitos, em Missa imediatamente anterior, na mesmíssima Basílica do Santuário Nacional, o atual arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, fez comentários acerca do que chamou de “tradicionalismo”, palavras que foram interpretadas como uma indireta indelicada aos bispos e aos fiéis ligados à Missa Tradicional que naquele final de semana acorriam ao santuário.
Créditos da imagem: Almeida Rocha /@salvemariasm
Foto da semana.


Campos, 19 de agosto de 2017: O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello, celebra Missa Pontifical no Rito de São Pio V por ocasião do 15º aniversário de ereção da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Acompanharam a celebração, além de Dom Fernando Rifan, o Cardeal Dom Orani e outros bispos do estado do Rio de Janeiro. (Fratres in Unum)
O QUE ENCHE OS BANCOS DAS IGREJAS?
O
que enche os bancos das igrejas?
Jesus! Jesus pregado com plena fidelidade ao Evangelho e à perene
proclamação de fé da Igreja!
O
que enche os bancos das igrejas?
Bispos, padres e leigos santos, religiosos
que sejam religiosos, que tenham religião!
O que enche os bancos das igrejas?
Cristãos que acreditem no que creem, deixem de falar mundanamente, desistam de namorar com o mundo, deixem de criticar a própria Igreja e cuidam de amar Jesus e, com humildade, santidade e coerência, preguem o Evangelho com todas as suas exigências!
Cristãos que acreditem no que creem, deixem de falar mundanamente, desistam de namorar com o mundo, deixem de criticar a própria Igreja e cuidam de amar Jesus e, com humildade, santidade e coerência, preguem o Evangelho com todas as suas exigências!
O que enche os bancos das igrejas?
Mas, espere um momento! E encher banco de igreja deveria mesmo ser a nossa preocupação?
Mas, espere um momento! E encher banco de igreja deveria mesmo ser a nossa preocupação?
Que encher banco de igreja que nada!
Nossa preocupação deve ser a fidelidade ao Senhor, à fé apostólica, às exigências do Evangelho. O resto é secundário, é acréscimo, é consequência! O Senhor não nos mandou encher bancos de igrejas, mas anunciar a Boa nova da Sua Salvação com convicção de testemunhas, alegria de crentes e fervor de enamorados.
Só. Só isto!
Nossa preocupação deve ser a fidelidade ao Senhor, à fé apostólica, às exigências do Evangelho. O resto é secundário, é acréscimo, é consequência! O Senhor não nos mandou encher bancos de igrejas, mas anunciar a Boa nova da Sua Salvação com convicção de testemunhas, alegria de crentes e fervor de enamorados.
Só. Só isto!
Dom Henrique Soares
domingo, 8 de janeiro de 2017
Proteste! Ultraje à Nossa Senhora Aparecida e blasfêmia no Carnaval 2017
Por Ação Jovem do IPCO em 17 de junho de 201616 comentários
Com o "aval da Igreja" a "Unidos da
Vila Maria" pretende homenagear Nossa Senhora Aparecida no Carnaval de
2017! Ao contrário de uma homenagem, colocar em um desfile de Carnaval os
símbolos católicos, juntamente com os símbolos mais flagrantes de imoralidade e
neopaganismo, constitui uma grave ofensa a Nossa Rainha e Padroeira!
É com pesar que soubemos, através de amigos que nos enviaram algumas
notícias[1], da utilização da imagem e da história de
Nossa Senhora Aparecida na apresentação da escola de samba “Unidos da
Vila Maria”, durante o carnaval de 2017! De acordo com a
notícia, “a escolha do tema tem a aprovação da Igreja”,
referindo-se ao aval do reitor do Santuário de Aparecida.
Talvez prevendo a reação católica, que repetidamente se fez sentir por
ocasião de atos semelhantes, a referida escola de samba publicou que “em
respeito à Igreja será evitado o sincretismo religioso e rompimento da pureza
associada à imagem da Santa”.
A ressalva, entretanto, pouco vale. Pois ainda que se admita que o
enredo e as músicas não contenham textos ou gestos diretamente provocativos a
Nossa Senhora, permanece o fato de que a imagem sagrada de Nossa Mãe Santíssima
será colocada lado a lado com todas as abominações morais próprias dos
carnavais modernos. Será apresentado um carro alegórico da história da
Virgem Mãe Aparecida, seguido ou precedido de outros que exaltam, seja o
nudismo, seja o paganismo, enfim, as práticas mais condenáveis.
Colocar no mesmo desfile os símbolos católicos, sobretudo em se tratando
de uma imagem insigne da Mãe de Deus, juntamente com os símbolos mais
flagrantes de imoralidade e neopaganismo, constitui uma grave ofensa a
Nossa Rainha e Padroeira. Significa afirmar, ainda que implicitamente,
que o bem e o mal podem e devem conviver juntos, em pé de igualdade. Essa
ofensa faz lembrar os castigos previstos pelo Profeta Sofonias, nas Sagradas
Escrituras:
“Exterminarei desse lugar tudo o que resta de
Baal(…): os
que se prostram e fazem juramentos ora em nome do Senhor, ora em nome de seu
deus. (…) Castigarei os homens que dizem consigo mesmos: O Senhor não faz bem nem
mal. (…)Ai da (cidade) rebelde e abjeta, da
cidade tirânica! Seus profetas são jactanciosos e impostores; seus sacerdotes,
profanadores de coisas santas e violadores da lei”. (Trechos dos capítulos 1 e
3 do livro do Profeta Sofonias)
De fato, o público fiel sempre entendeu ser incompatível a presença de
símbolos católicos, sobretudo as imagens da Santíssima Virgem, nos ambientes
carnavalescos modernos, mormente em se tratando da Padroeira do Brasil. Por
diversas vezes a reação católica conseguiu impedir esse uso a bem dizer
sacrílego dos símbolos de nossa Santa Religião.
Não é nos desfiles carnavalescos modernos que nossa Senhora e Mãe,
Rainha do Brasil, será louvada e lembrada. Fazê-lo seria — sobretudo por
ocasião do terceiro centenário do milagroso aparecimento da imagem! — uma
redobrada ofensa.
Por isto, envie já seu protesto ao Cardeal Arcebispo de
Aparecida, Dom Raymundo Damasceno de Assis, pedindo para que ele use
de sua autoridade arquiepiscopal a fim de impedir essa grave ofensa à
Rainha e Padroeira do Brasil, máxime quando perpetrada com a chancela do
Santuário de Aparecida.
Referências:
[1] http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2015/06/nossa-senhora-aparecida-deve-ser-homenageada-no-carnaval-de-sp.html
[2] http://www.unidosdevilamaria.com.br/2015/sinopse-do-enredo/sinopse-do-enredo
[2] http://www.unidosdevilamaria.com.br/2015/sinopse-do-enredo/sinopse-do-enredo
[3] http://www.sasp.com.br/a_noticia.asp?rg_noticia=4367
[4] http://www.sidneyrezende.com/noticia/262446+religiao+e+carnaval+prefeito+de+aparecida+fala+sobre+o+enredo+da+vila+maria
[4] http://www.sidneyrezende.com/noticia/262446+religiao+e+carnaval+prefeito+de+aparecida+fala+sobre+o+enredo+da+vila+maria
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