quarta-feira, 9 de maio de 2018

O Santo Padre Papa Paulo VI sabiamente afirmou que "a fumaça de satanás penetrou na Igreja". Hoje, sabemos que esta fumaça se chama Renovação Carismática Católica.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

17 alterações que o Concílio Vaticano II não pediu

Quando se questiona as "invenções litúrgicas" que acontecem na grande maioria das paróquias a resposta aparece inevitavelmente: «Foi o Concílio que ordenou estas mudanças». Deixamos aqui 17 alterações (para pior) que o Concílio não pediu:

1. Receber a Sagrada Comunhão na mão
2. Missa celebrada de frente para o povo
3. Meninas no altar
4. Sagrada Comunhão distribuída por leigos
5. Remover o Sacrário do centro da Igreja 
6. Substituição da Música Sacra por música mundana
7. Desaparecimento do Canto Gregoriano
8. Acabar com o Latim na Missa
9. Destruir a Mesa de Comunhão
10. Remoção da Arte e Arquitetura Sacras
11. Quase total ausência da promoção da vida devocional
12. Abandono do uso do confessionário
13. Sacerdotes sem os devidos paramentos para a liturgia
14. "Proibir" que as mulheres usassem o véu na Missa
15. Sacerdotes vestidos como leigos
16. Improviso na celebração litúrgica
17. Fazer um novo rito da Missa para substituir o rito Tradicional

(Fonte: Senza Pagare)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

SANTA SÉ CONSIDERA AUMENTAR IDADE MÍNIMA DE ORDENAÇÃO DE SACERDOTES
·         COMPORTAMENTOIGREJASACERDÓCIOVOCAÇÃO

·         16 DE MARÇO DE 2016


Elevar a idade para o acesso ao Sacerdócio…. uma proposta.
A Santa Sé estuda uma nova Ratio Fundamentalis da formação… dada a imaturidade presente nos jovens candidatos ao sacerdócio. Há 60-100 anos atrás ainda se entendia ordenar um jovem com 25 anos, era a idade em que a maioria dos homens já estava casada ou com vida feita. Tinha maturidade para pensar, escolher e fazer. A grande maioria dos jovens, para não dizer a totalidade, não atinge mais a maturidade mínima com 25 anos. Esse dado já foi sobejamente demonstrado pela Rota Romana nos processos matrimoniais e na prática na formação atual dos presbíteros. A imaturidade psico-cronológica e afetiva é gritante. Basta abrir os olhos.
A Santa Sé no documento em preparação certamente colocará um período intermédio e um final de discernimento. Aliás, este “discernimento” já deveria ter sido feito antes e chama-se seminário “propedêutico”… quando se abandonou o período propedêutico e a cobrança sobre as responsabilidades do indivíduo surgem sempre os eternos precários.
O que tem de homem (solteiro, casado, padre) que se comporta como um menino mimado até os 40-50 anos é um absurdo. Macaco velho, casado, que não pode perder a partida de futebol ou o jogo online ou playstation com os amigos…. se não fica de mimimi… ou padres que passam a vida postando fotos de restaurantes e comidas, viagens de férias e presentes, faustosos ou não, ganhos…. com cabelinho e barbicha estilosa, com sapatos de marca, com um caminhão de mudança quando são transferidos…. que fica de beicinho se o bispo o transfere… que faz questão de ser o “Aparecido, sempre aparecendo”, padre “gato”, padre bom-mocinho que não diz as verdades mas engana a todos com um irenismo só seu, padre “cantor” que se fosse cantar num boteco não ganharia uma coxinha ou croquete de pagamento de tão péssimo…que cobra fortunas para “evangelizar”, que deixa a congregação quando o dinheiro que recebe com seus shows não fica no seu bolso….. que passa a imagem de padre “engraçadão”, “amigão”, fazendo gestos de meninos de 12-13 anos… que foge do atendimento cara a cara e no confessionário com o povo, que impõe regra própria e horário pro atendimento espiritual…que por qualquer motivo “entra em crise”…que se crê com iguais direitos e privilégios de leigos no dia-a-dia, que fala em “somos todos iguais” mas na igreja é o ditador… que faz campanha política aberta ou velada e divide a Igreja… que veio para ser servido e não para servir…
Estamos diante de uma geração de hedonistas. “Primeiro o meu e para mim”… A perda do sentido de sacrifício pessoal, da doação incessante de si mesmo, não reservando horário ou tempo de férias para si levou a uma geração hedonista… A perda das motivações como o afinco nos estudos e o “ralar” para tentar salvar um comunidade, uma paróquia, levou ao emotivismo barato. Daí tanta “pastoral do paninho”, daí tanta bandeirola de partido e sindicato. dessa dupla: “pastoral do paninho e pastoral da bandeirola” surge a macaqueação da Liturgia. Dessa leva surgem, no caso do sacerdócio, padres emotivistas, infantis, desregrados, desajustados, incoerentes e vidas-duplas.
Nunca é demais recordar que os bispos são feitos com a matéria-prima chamada “padre”. Um experiente formador já dizia a seus seminaristas: “Se tu não extirpas os vícios e erros que tens como seminarista eles crescerão quando fores padre e se tornarão escandalosos quando fores bispo. Quanto maior o poder numa pessoa indigna, maior o desastre”.
Já na década de 60 João Mohana chamava a atenção para o auto conhecimento necessário dos candidatos ao sacerdócio em seu livro: “Padres e Bispos auto analisados”.
Parece que ninguém o levou a sério!

Site: Homem Católico

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

18 OUTUBRO, 2017

Editorial: Tradicionalistas na mira. O bullying da CNBB.

Por FratresInUnum.com – 18 de outubro de 2017.
Notícias correm de que está para explodir uma ofensiva do episcopado brasileiro para enfrentar a onda de tradicionalismo que percorre toda a nação.
cnbb-destaque1556054126.jpg
Projeto faraônico na nova sede da CNBB: “Onde está o teu tesouro, aí está o teu coração”.
Uma reedição libertadora da inquisição? Uma caça às bruxas? Uma versão tupiniquim da Ku Klux Klan? Nada disso! Apenas a velha presunção cnbbista de se achar o centro do universo.
Não percebem os senhores bispos que se reduziram a um gueto grotesco, autorreferencial e inexpressivo.
Quem se importa com as posições da CNBB?
O povo brasileiro sequer toma conhecimento daquilo que diz e pensa o referido sindicato e, solenemente, segue o caminho oposto. Os fiascos dos últimos anos o comprovam retumbantemente.
O máximo que as excelências conseguirão é promover um bullying aos católicos tradicionais, como se os mesmos já não estivessem há décadas a suportar heroicamente o vexame de um desrespeito que produziu neles o calo de uma insensibilidade soberana, que ridicularização alguma poderá sensibilizar.
Em sua total irrelevância e incapacidade de incidir sobre quem quer que seja, os bispos brasileiros apenas encorajarão mais ainda aqueles que pensam combater. Os tradicionalistas se multiplicarão por todos os lados, exponencialmente, e serão o pesadelo de todas as suas noites. Expulsarão seminaristas considerados conservadores sem perceberem que estão ordenando outros que, fingindo-se de modernos, são mais tradicionais que os primeiros.
Arquidiocese de Niterói: “A Igreja nunca esteve tão bem”, por isso não há mais nada com o que se preocupar. Fiéis agora aguardam notas pedindo fidelidade também ao Concílio de Trento e Vaticano I.
A doença do episcopado nacional é endêmica e chama-se complexo de superioridade. Tais quais faraós superexaltados, acham-se eles tão acima de todos que se dão ao luxo de não trafegarem entre seu clero e seus seminaristas. Ordenam desconhecidos que continuarão a serem desconhecidos e as surpresas não cessarão de aparecer.
O cúmulo da contradição é que eles, em sua fobia contra véus, batinas e similares, se dão a perseguir os verdadeiros católicos enquanto clérigos apodrecem no concubinato, na homossexualidade (para não falar dos casos de transexualidade mal-disfarçada) e no roubo.
O povo não é tão estúpido quanto pôde ter sido um dia e não se dobrará a esses caprichos da hipocrisia episcopal brasileira. O desprestígio da CNBB é irreversível, pois a mediocridade de seus sindicalizados não cessa de o corroborar com um sublinhado incessantemente repetido.
A impressão que os senhores bispos têm de sua própria legitimidade está nos aplausos que trocam entre si, exatamente como nos bandos de bullying, em que a mútua confirmação referenda a sensação de vitória e superioridade. Nada tão pouco convincente.
Enquanto não chegam dias melhores para a pobre Igreja de Deus, resistamos, superando a cada dia este tempo de prova. E não nos impressionemos com o bullying. Coloquemos ante eles um espelho para que percebam sua própria comicidade.

sábado, 21 de outubro de 2017

Padre Pio: «Satanás virá liderar uma falsa Igreja»


«Por volta de 1960, o famoso exorcista romano Gabriele Amorth (+2016) conheceu o Padre Pio de Pietrelcina (+1968) e conversou com ele sobre o terceiro segredo de Fátima. Amorth fala sobre isso numa entrevista de 2011, publicada apenas recentemente em forma de livro, intitulado «O Segredo Mais Bem Guardado de Fátima».

Padre Pio disse ao Padre Amorth: “Satanás foi introduzido no seio da Igreja e, dentro de muito pouco tempo, virá liderar uma falsa Igreja.” Amorth diz que Padre Pio estava “realmente atormentado” por uma questão que é “a grande apostasia dentro da Igreja.”»