No mês de Julho em pleno inverno somos convidados ao recolhimento, a repensar o caminho da nossa vida, da nossa civilização.
Vamos meditar com ajuda do seguinte texto: ”Os paradoxos do
nosso tempo histórico são que temos edifícios mais altos, mas temperamentos
mais baixos, estradas mais amplas, mas pontos de vista mais estreitos.Gastamos
mais, mas temos menos compramos mais, mas usufruímos menos. Temos casas
maiores, mas estamos menos com nossas famílias, mais conveniências, mas menos
tempo; temos mais estudos universitários, mas menos sensibilidade, mais
conhecimentos, mas menos juízo, mais especialistas, mas menos soluções, melhor
medicina, mas pior saúde.
Bebemos muito, fumamos compulsivamente, gastamos sem necessidade, sorrimos e rimos muito pouco. Dirigimos muito rápido e nos irritamos, também muito rapidamente, perdemos o sono, nos levantamos cansados, raramente lemos, vemos muita televisão e rezamos muito pouco. Multiplicamos nossos pertences mas reduzimos nossos valores humanos. Falamos muito, mas amamos pouco e mentimos com freqüência. Aprendemos a ganhar a vida, mas não sabemos viver, acrescentamos anos a nossa vida, mas não vida aos anos.
Fomos até a lua e voltamos mas temos problemas ao atravessar a rua e conhecer o vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não o espaço interior.
Fizemos casas maiores, mas não casas melhores, limpamos o ar, mas poluímos a alma. Partimos o átomo, mas não quebramos nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Aprendemos a viver depressa, mas não a ser pacientes. Criamos computadores para reter mais informação, mas temos menos comunicação.
Este é o tempo das comidas rápidas e das digestões lentas, das pessoas de estatura alta e baixa personalidade, dos ganhos altos e dos relacionamentos vazios. Este é o tempo da independência, mas de mais divórcios, de casas bonitas, mas de lares pequenos. Este é o tempo das viagens rápidas, das fraldas descartáveis, da moral prescindível, das realidades de uma noite; dos corpos pesados e das pílulas que fazem tudo: alegram, tranqüilizam, matam. É o tempo em que tem muito na vitrine e nada no almazém”.
Pense um pouco, reflita. É essa a vida que nós queremos? Deus seja louvado!
Bebemos muito, fumamos compulsivamente, gastamos sem necessidade, sorrimos e rimos muito pouco. Dirigimos muito rápido e nos irritamos, também muito rapidamente, perdemos o sono, nos levantamos cansados, raramente lemos, vemos muita televisão e rezamos muito pouco. Multiplicamos nossos pertences mas reduzimos nossos valores humanos. Falamos muito, mas amamos pouco e mentimos com freqüência. Aprendemos a ganhar a vida, mas não sabemos viver, acrescentamos anos a nossa vida, mas não vida aos anos.
Fomos até a lua e voltamos mas temos problemas ao atravessar a rua e conhecer o vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não o espaço interior.
Fizemos casas maiores, mas não casas melhores, limpamos o ar, mas poluímos a alma. Partimos o átomo, mas não quebramos nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Aprendemos a viver depressa, mas não a ser pacientes. Criamos computadores para reter mais informação, mas temos menos comunicação.
Este é o tempo das comidas rápidas e das digestões lentas, das pessoas de estatura alta e baixa personalidade, dos ganhos altos e dos relacionamentos vazios. Este é o tempo da independência, mas de mais divórcios, de casas bonitas, mas de lares pequenos. Este é o tempo das viagens rápidas, das fraldas descartáveis, da moral prescindível, das realidades de uma noite; dos corpos pesados e das pílulas que fazem tudo: alegram, tranqüilizam, matam. É o tempo em que tem muito na vitrine e nada no almazém”.
Pense um pouco, reflita. É essa a vida que nós queremos? Deus seja louvado!
+Dom Roberto Francisco
Ferreria Paz Bispo Diocesano de Campos
Campos dos Goytacazes, 15 de Julho de 2012
Campos dos Goytacazes, 15 de Julho de 2012
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