sexta-feira, 25 de agosto de 2017
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Os 7 hábitos diários das pessoas que querem ser santas
Para quem quer
realmente ser "outro Cristo" nesta vida
Ninguém
nasce santo. A santidade é
alcançada com muito esforço, mas também com a ajuda e a graça de Deus. Todos,
sem exceção, são chamados a reproduzir em si mesmos a vida e o exemplo de Jesus
Cristo, caminhar seguindo seus passos.
Se você está
lendo isso, é porque tem interesse em levar a sua vida
espiritual com mais seriedade de agora em diante.
O segredo da
santidade é o contato contínuo com Deus.
Falaremos aqui de alguns pontos que podem nos ajudar a conhecer, amar e servir
Jesus, e que nos capacitam para amar e doar-nos às outras pessoas, na caridade.
Antes de
expor quais são os 7 hábitos, é preciso lembrar de três
aspectosque nos ajudam a vivê-los:
– Primeiro:
lembre-se de que o crescimento neste hábitos é como um programa de exercícios
físicos, uma academia, uma dieta, ou seja, é um trabalho de processo gradual.
Não tente fazer tudo desde o começo; trabalhe um a um, e vá acrescentando mais
hábitos ao longo do tempo.
– Segundo:
Procure viver estes hábitos como um firme propósito, mas contanto sempre com a
ajuda do Espírito Santo e dos seus intercessores especiais, para fazer dos
hábitos de santidade uma prioridade na sua vida.
– Terceiro:
Viver os hábitos não é uma perda de tempo. Muito pelo contrário: com eles, você
ganha tempo. Nenhuma pessoa que os vive diariamente vai ser menos produtiva em
seu trabalho, nem vai comprometer sua vida familiar ou social. Deus sempre
recompensa aqueles que o colocam em primeiro lugar.
Os 7 hábitos da santidade
1. Oferecimento do dia pela manhã
Você pode
fazer uma breve oração simples, com suas palavras, oferecendo todo o seu dia
para a glória de Deus. O mais difícil aqui é conseguir fazer disso um hábito:
levantar-se pontualmente, ter um momento fixo para este oferecimento, não
deixar espaço para a preguiça.
2. Quinze minutos de oração em silêncio
Dedique pelo
menos 15 minutos a conversar com Deus no início do dia. Esta é a sua hora da
verdade e seu momento superior. Abra-se com Ele e fale daquilo que ocupa sua
mente e seu coração; tente ouvir a voz de Deus em seu interior e conhecer sua
vontade.
3. Quinze minutos de leitura espiritual
Você pode
dividir este tempo em: 5 minutos lendo um trecho do Evangelho, para
identificar-se com a Palavra e ações de Jesus, e outros 10 minutos lendo algum
livro clássico de espiritualidade católica, recomendado pelo seu diretor
espiritual.
4. Participar da Missa e comungar
Este é o
hábito mais importante de todos. A Eucaristia é o centro da nossa vida interior
e, consequentemente, do nosso dia. É o ato mais íntimo do ser humano, um
encontro com Cristo vivo.
5. Rezar o Ângelus (ou
Regina Coeli, no período pascal) ao meio-dia
Rezar esta
breve oração é um costume católico muito antigo. O ideal é rezar três vezes ao
dia (6h, 12h, 18h), mas fazer uma pausa ao meio-dia para honrar Nossa Senhora
ajuda especialmente a recordar o sentido da nossa vida no meio da nossa
jornada.
6. Rezar o terço
Meditar
diariamente nos mistérios da vida de Jesus é um hábito que, uma vez adquirido,
é difícil de abandonar. Maria é um ótimo atalho rumo a Jesus e um dos melhores
exemplos que Deus nos deu a imitar.
7. Exame de consciência antes de dormir
Você pede
luz ao Espírito Santo e dedica alguns minutos a revisar seu dia na presença do
Senhor, identificando se seu comportamento foi digno de um filho de Deus ao
longo da jornada. Depois disso, você faz um ato de gratidão pelas graças
recebidas nesse dia, e um ato de contrição pelas falhas cometidas
voluntariamente.
Você diante de Deus
Seja honesto
com você mesmo e com Deus. Estes hábitos, se bem vividos, nos capacitam para
vivenciar a segunda parte do grande mandamento de Deus: amar o próximo como a
nós mesmos.
Estamos
nesta vida para amar a Deus e imitar Jesus no amor ao próximo. Para isso,
precisamos nos transformar em outro Cristo, por meio da oração e dos
sacramentos. Vivendo estes sete hábitos, chegaremos a ser pessoas santas e
apostólicas, como Deus espera de nós.
Os fiéis podem tocar o ostensório?
O que a Igreja nos ensina sobre tocar na Hóstia ou no Ostensório
durante a adoração ao Santíssimo Sacramento?
“Durante o momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, os fiéis
não devem tocar o Ostensório.”
Chegam às nossas Paróquias inúmeros questionamentos, como os que
transcrevemos abaixo.
“Quando Jesus era vivo, as pessoas tentavam ser curadas apenas
tocando nas vestes dele. Não podemos fazer isso hoje? Aquele que tem muita fé,
não poderia ser curado?”
A pergunta responde por ela mesma.
No tempo em que Jesus estava na terra (porque Jesus ainda está
vivo), uma mulher (cf. Lc 8, 43) ficou curada não porque tocou em Jesus, mas
porque tinha fé.
De igual modo, não precisamos tocar em Jesus, mas crer Nele.
Nosso Senhor nunca disse que deveríamos tocá-lo para ficarmos
curados, mas sim, que se crermos Nele, jamais morreremos (cf. Jo 11, 26).
Nós poderíamos citar diversas teologias e regras litúrgicas que
mostrassem que não é certo tocar no Santíssimo. Porém, vemos aqui que a questão
é outra.
Quem tem muita fé, confia em Deus e Nele espera. Se nós cremos que
ficaremos curados de nossos males porque tocamos no ostensório ou nas vestes do
Papa ou fomos até Jerusalém, a nossa fé é vã. A nossa fé só não é vã se cremos
que Cristo ressuscitou (cf. 1Cor 15, 14).
Podemos
tocar na Hóstia ou no Ostensório durante a adoração ao Santíssimo Sacramento?
Começo
lembrando que em boa hora temos documentos importantes corrigindo certas
posturas equivocadas em relação à Eucaristia. São muitos estes documentos. Dois
deles tão recentes que ainda não chegaram a muitas comunidades. São eles a
Instrução Geral para o Missal Romano e a Encíclica do Papa João Paulo II sobre
o Sacramento da Eucaristia (Ecclesia de Eucharistia, 17/4/2003). Nossas equipes
de liturgia precisam mergulhar nesses documentos para entenderem e ajudarem o
povo a entender a riqueza do Sacramento do Corpo e do Sangue do Senhor.
A pergunta
sobre poder ou não tocar na hóstia consagrada durante as bênçãos do Santíssimo
Sacramento tem endereço certo, e se refere ao que se vê em determinadas
celebrações mostradas para todo o Brasil via televisão. O Santíssimo Sacramento
passa pelo meio do povo e as pessoas tocam no ostensório (Cercos de Jericó).
Embora não se negue a fé destas pessoas, é preciso dizer que não é litúrgica
esta “manipulação” da hóstia consagrada. Ela peca contra a sacralidade do
Sacramento.
Nós tomamos
o Cristo Eucarístico nas mãos e o colocamos na boca, nós o tomamos e comemos
como o Cristo mandou. Nós adoramos o Cristo no Sacrário, porque cremos na Sua
presença. Nós acolhemos a bênção que a Igreja nos dá com o Santíssimo
Sacramento, porque é o próprio Cristo presente no Sacramento, o Autor da
bênção.
E chega!
Fora disto qualquer manipulação, qualquer aproximação indevida se torna
desrespeito ao dom mais precioso que o Cristo fez de si mesmo a nós. Isto para
não dizer que determinadas atitudes acabando não passando de um devocionismo
vazio. Diante da grandeza do Mistério Eucarístico acolher as instruções da
Igreja é o melhor caminho para se evitarem exageros, imprecisões e erros.
In Iustitia
Christi
Mons. Inácio
José Schuster, Vigário Geral (via Fé Explicada
- ALETEIA)
É correto falar de missa de “louvor”,
“libertação”, “cura”…?
Entenda o que a Igreja ensina em sua liturgia
Certamente
que quando queremos qualificar a Missa com um adjetivo ou genitivo de isto ou
daquilo outro, estamos a empobrecer e a reduzir a riqueza da Missa. Porque toda
Missa é de louvor, uma vez que a finalidade latrêutica é a principal
(glorificar a Deus), como toda Missa liberta, ao ser o sacrifício da Redenção,
e toda Missa cura, uma vez que reconcilia e perdoa aos pecadores que somos nós.
Não existe Missa mais libertadora ou
louvadora que outra; o que pode ser enfatizado é a dimensão ou o destaque a uma
das finalidades, o que deve ser feito sem nunca esquecer as outras dimensões e
aspectos.
Como tampouco devemos esquecer que a
Missa não pertence ou é do padre tal ou qual, já que estaríamos omitindo que o
ministro principal de toda ação litúrgica é o próprio Jesus Cristo.
Existe sim, uma maneira ou uma
participação litúrgica que pode variar de Missa para Missa. De fato, uma Missa
pode envolver mais a assembléia reunida, que tem mais possibilidades de
expressar-se e gestualizar. Embora seja importante esclarecer que a participação
mais intensa e profunda é a união interna com o Senhor, e que se faltar essa
atitude de deixar-se transformar pela graça divina, estaria faltando tudo.
O então Cardeal Ratzinger, depois
Papa Bento XVI, afirmava no famoso Relatório sobre a Fé, que a Missa não é um
show ou espetáculo, e que a Igreja vive de solenes reatualizações do mesmo
sacrifício de Jesus na cruz.
É necessário inculturar a Missa, com
cantos e gestos, adaptá-la aos diferentes contextos celebrativos, porém seja
mais oportuno amá-la e conhecê-la melhor, como a obra prima do Espírito Santo,
o que exige de nós uma atitude mais contemplativa e orante.
Toda Missa é a ação de um Deus que
se doa, sinergia sagrada que santifica, liberta e cura a seu povo. (via Fé Explicada
- ALETEIA)
POR QUE USO BATINA
Uma das respostas mais simples e sinceras que já
ouvi de um padre
Domingo passado, fui pregar num encontro vocacional. No momento
das dúvidas, um jovem se levantou e perguntou sobre a minha batina. O que disse
para ele, digo para todos:
Eu
uso a batina porque desejo ser reconhecido como Padre.
Uso porque quero lembrar a este mundo descrente que ainda existem jovens querendo se consagrar a Deus por inteiro.
Isso não me faz ser mais santo que os outros.
Não me faz ser mais padre que os outros.
Uso porque quero lembrar a este mundo descrente que ainda existem jovens querendo se consagrar a Deus por inteiro.
Isso não me faz ser mais santo que os outros.
Não me faz ser mais padre que os outros.
Pelo contrário: há padres que nunca
vestiram uma batina e que rezam mais do que eu, são mais piedosos e mais fiéis
do que eu.
Também conheci padres que usam a batina, que vestem todos aqueles paramentos antigos, mas não são tão santos assim…
Também conheci padres que usam a batina, que vestem todos aqueles paramentos antigos, mas não são tão santos assim…
Algumas pessoas me dizem que não
suportariam o calor, mas a realidade é que, quando gostamos de algo, todo
sacrifício é válido.
O tecido não me santifica. Apenas me
faz lembrar a todo instante da minha condição. Assim como não podemos julgar um
livro pela capa, não julgarei um padre pela sua veste. Seria tolice da minha
parte.
No entanto, eu gosto de ser Padre, e
por isso vou ao mercado, ao restaurante, ao barbeiro, a qualquer lugar com
minha batina. Uns olham e dão risada. Outros olham e pedem a benção. Eu sigo
meu caminho!
(Via Pe. Gabriel Vila
Verde - ALETEIA)
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