José Duarte
Durante a missa realizada na Catedral de São Pedro, no Vaticano, Roma, dia 29 de junho, comemorativa ao Dia de São Pedro, o Papa Bento XVI proibiu as palmas nas missas. Antes, em sua visita pastoral a Aquileia e Veneza, o pontífice já tinha determinado tal orientação para todos os fiéis da Igreja Católica Romana. São ordens curtas e, ao mesmo tempo, profundas. A tradução do comunicado do pontífice diz: “Em respeito destes divinos mistérios que estamos celebrando, recolhamo-nos em silêncio orante. Portanto, não se aplauda mais, nem sequer durante a homilia, e não se usem bandeiras, nem cartazes”.
Alguns bispos do Brasil já proibiram palmas na santa missa, sob qualquer pretexto, e a explicação seria a seguinte: A santa missa é sacrifício, então, não se bate palmas diante do crucificado, a não ser que se deseje aplaudir o gesto dos carrascos.
A determinação pontifical pegou muita gente de surpresa, notadamente os adeptos da Renovação Carismática Católica, que usam palmas, gestos e até coreografias em seus atos litúrgicos, porém, a ordem de Bento XVI deve ser cumprida. Ainda há muita dúvida sobre o pedido do Santo Padre, mas Bento XVI diz que quer coibir exageros, pois se faz necessário o retorno do verdadeiro significado do sacrifício de Jesus e a beleza da eucaristia, justamente porque percebe-se hoje a valorização demasiada das coreografias e gestos em detrimento da assimilação da palavra de Deus.
Nesse sentido, Dom Odilo Pedro, Cardeal Scherer, arcebispo de São Paulo, já se antecipou e proibiu, através de decreto, as palmas na igreja, já que, liturgicamente, as palmas são necessárias em alguns momentos festivos da celebração eucarística e não devem fazer parte da rotina das missas.
Jornal "A Voz da Serra" Durante a missa realizada na Catedral de São Pedro, no Vaticano, Roma, dia 29 de junho, comemorativa ao Dia de São Pedro, o Papa Bento XVI proibiu as palmas nas missas. Antes, em sua visita pastoral a Aquileia e Veneza, o pontífice já tinha determinado tal orientação para todos os fiéis da Igreja Católica Romana. São ordens curtas e, ao mesmo tempo, profundas. A tradução do comunicado do pontífice diz: “Em respeito destes divinos mistérios que estamos celebrando, recolhamo-nos em silêncio orante. Portanto, não se aplauda mais, nem sequer durante a homilia, e não se usem bandeiras, nem cartazes”.
Alguns bispos do Brasil já proibiram palmas na santa missa, sob qualquer pretexto, e a explicação seria a seguinte: A santa missa é sacrifício, então, não se bate palmas diante do crucificado, a não ser que se deseje aplaudir o gesto dos carrascos.
A determinação pontifical pegou muita gente de surpresa, notadamente os adeptos da Renovação Carismática Católica, que usam palmas, gestos e até coreografias em seus atos litúrgicos, porém, a ordem de Bento XVI deve ser cumprida. Ainda há muita dúvida sobre o pedido do Santo Padre, mas Bento XVI diz que quer coibir exageros, pois se faz necessário o retorno do verdadeiro significado do sacrifício de Jesus e a beleza da eucaristia, justamente porque percebe-se hoje a valorização demasiada das coreografias e gestos em detrimento da assimilação da palavra de Deus.
Nesse sentido, Dom Odilo Pedro, Cardeal Scherer, arcebispo de São Paulo, já se antecipou e proibiu, através de decreto, as palmas na igreja, já que, liturgicamente, as palmas são necessárias em alguns momentos festivos da celebração eucarística e não devem fazer parte da rotina das missas.
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